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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

25
Set11

Fanfic - Capitulo 20 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana

 

Riscos

 

 

Edward

          - Esperem! – gritou Alice inesperadamente, fazendo com que todos travassem um segundo depois de eu o fazer. Tínhamos chegado a França de avião há cerca de uma hora e, desde aí, ainda não tínhamos parado de correr, embora eu perguntasse de tempos a tempos a Renesmee, que fizera questão de nos acompanhar, se estava cansada ou se se sentia mal, pois nem eu, nem Carlisle conhecíamos perfeitamente as limitações da sua espécie híbrida.

          - O que se passa, querida? – perguntou Esme, alternando o olhar entre mim e Alice.

          - A Alice teve uma visão de uma nova mensagem da Bella. – perscrutei a melhor amiga de Bella com o olhar, tentando perceber se me tinha faltado captar algum pormenor ao auscultar a sua mente. Ela sorriu-me, mais esperançosa e confiante. – Desta vez escreveu mais. “Gianna. Doze horas. Todos os dias. Amo-te, E.”

         Sentia os olhos brilhantes, como se uma lágrima quisesse saltar mas não conseguisse, o que era normal na minha espécie. Eu não podia deixar que lhe acontecesse alguma coisa. Seria demais para todos.

          - Gianna… Quem é? – perguntou Jasper, tentando compreender a mensagem.

          - É a assistente dos Volturi. A Bella conheceu-a quando a Alice a levou a Volterra, para me salvarem. – senti o olhar pesaroso de Rosalie, que nunca se perdoara pelo seu erro. Nesse momento, o seu telemóvel tocou.

          - Oh, olá, Carmen. Sim. Ainda bem, então. Mais uma vez, peço desculpa por qualquer incómodo que vos esteja a causar. Não, não devemos ficar por muito tempo. Seja como for, eu volto a ligar mais tarde. Sim. Está bem, um beijo para as meninas e outro para o Eleazar. O Carlisle manda cumprimentos. – Jade e Sapphire haviam ficado sob os cuidados de Carmen, que as acolhera com a maior das gentilezas, depois de Emmett não ter simplesmente permitido que estas nos acompanhassem. – Elas estão bem, chegaram há pouco da caçada.

          - Já sei! – Carlisle parecia entusiasmado. Era a primeira vez que falava desde que estávamos parados. Perante os olhares expectantes de todos nós, iniciou a explicação. – A Gianna era humana, da última vez que soubemos. Ela não se encontrava no clã Volturi quando eles estiveram em Forks para a batalha, ou seja, ainda não a tinham transformado. Mas ela não tem, necessariamente, de ser humana outra vez. Talvez ela já seja como nós, e esteja revoltada com os hábitos do Aro e companhia. Talvez seja nossa aliada. Talvez tenhamos de encontrá-la no relógio, às doze horas de cada dia. Talvez ela esteja lá todos os dias ao meio-dia e à meia-noite à nossa espera.

         Alguns, como Emmett, Esme e Alice, pareciam acreditar que talvez fosse essa a explicação, mas olhei para Jasper e Rosalie, os elementos mais pensativos e desconfiados da família, e percebi que também eles, como eu, duvidavam, e receavam que fosse uma armadilha. No entanto, não tínhamos nada a perder. Afinal, o que queríamos era penetrar no castelo, e isso seria possível com um aliado, ou com um inimigo por perto. Os dois nos levariam a Aro, Caius e Marcus. Expliquei isso mesmo aos membros mais reticentes dos Cullen, que me olhavam como quem espera uma decisão final. Só depois reparei em Renesmee, que ouvia todas as teorias explicadas de uma maneira fria e insensível, e se encontrava sentada, enrolada sobre os próprios joelhos, no chão musgoso e húmido típico das florestas francesas.

          - Filha… - baixei-me, abraçando-a.

          - Não te preocupes, eu estou bem. As únicas pessoas que importam são a mãe e o Jake, precisamos de encontrar a alcateia, assim somos mais fortes. – não percebia como, mas apesar de psicologicamente abatida, Nessie ainda tinha a capacidade de pensar em estratégias e de se preocupar com outras pessoas, que não ela, na sua tenra idade. Era a generosidade de Bella que vinha ao de cima. Senti um aperto na garganta. – Vamos, então.

Todos olharam para mim, mais uma vez à espera de confirmação. Eu acenei levemente e começámos de novo a correr.

De repente, Nessie gritou, um grito surdo, quase inaudível mesmo aos meus ouvidos. Num segundo, a minha filha estava no chão, a contorcer-se, com a mão crispada mesmo na superfície do ligeiro sinal esquisito que lhe aparecera há algum tempo. Corri para ela, baixando-me. Não precisava de lhe perguntar nada, pois ao auscultar os seus pensamentos, percebia que naquele momento tinha dores excruciantes na zona do sinal.

Procurei em busca da mancha na sua pele, e percebi, assustado e horrorizado, que dela escorria um líquido branco e viscoso, quase brilhante. Não deixei que Renesmee se apercebesse desse facto, para não ficar ainda mais assustada. Olhei para a minha família, que observava petrificada, e num segundo, Esme segurava na cabeça da neta, acariciando-a e acalmando-a, Carlisle pegava no telemóvel e marcava o número de Kachiri, Alice recolhia algum líquido para um frasco e Rosalie cantava uma canção de embalar que sempre acalmava a minha filha.

Não conseguia saber o que se passava, mas sabia que, com a sua família ali, Nessie ficaria bem. Tinha de ficar

 

Jacob

Decidira que precisaríamos de um isco para entrar lá dentro e, sem pensar duas vezes, tinha-me oferecido para o lugar. Assim, depois de muita discussão entre mim e Sam, lá fui eu, calmamente, para uma porta escondida de todos, a porta de entrada para o castelo, seguindo uma enchente de humanos que iam visitar o seu interior, provavelmente acabando nas garras de Aro e dos seus comparsas.

As pessoas conversavam e riam, animadas, admirando as estruturas de pedra fria e incólume que se elevavam muito acima das suas cabeças. Uma pequena menina brincava com os caracóis da mãe, à espera da morte, sem o saber. Involuntariamente, fui perpassado por um arrepio, pensando que Ness já podia ter estado naquele lugar. Uma rapariga simplesmente maravilhosa recebeu os primeiros humanos da fila com um sorriso resplandescente, seduzindo os elementos masculinos com o olhar, e até as próprias senhoras com a sua beleza e ternura. Acariciou a menina com a sua unha perfeitamente aparada, e eu sentia a inspirar o seu odor infantil e inocente. Não podia deixar que aquela pequena morresse. Empurrei-a, juntamente com os seus pais, para trás de mim na fila, quando passámos por Heidi, a tal vampira que nos recebia, e que por sinal franziu o nariz à minha passagem, no entanto sem perceber porquê.

 - Vocês não estão seguros aqui. – sussurrei ao adulto, que sorria para a menina. Este deixou de sorrir no segundo seguinte.

 - Por favor, dispensamos os avisos de um desconhecido. Estamos aqui para conhecer a cidade e nos divertir. Com licença. – falou num inglês desajeitado, via-se que era estrangeiro. Passou à minha frente, deixando o resto da família para trás e entrando no elevador que o levaria, pensava eu, à sala onde Aro e o seu clã se encontravam, prontos para se alimentar.

Quando olhei para trás de mim, verifiquei com alívio que a sua mulher e filha ainda se encontravam atrás de mim. Depois de verificar que não percebiam inglês, tentei explicar por gestos que tinham de sair dali. Quando Heidi se aproximou de nós, para levar a próxima e última recarga para a sala no andar de cima, ouviram-se os primeiros gritos e gargalhadas sádicas. A pobre mulher olhou-me de um modo atormentado, horrorizado. A criança continuava sem se aperceber de nada, felizmente, sem chamar a atenção. Entrámos no elevador, juntamente com Heidi, e no último segundo antes de a estrutura fechar, eu gritei:

 - Vão! – e foi o suficiente para que a mulher começasse a correr, sem nunca parar, sem olhar para trás, salvando o que restava da sua pequena família.

Agarrei Heidi pelos ombros, impedindo-a de abrir as portas do elevador com a sua força hercúlea, e foi aí que a vampira se apercebeu da minha identidade, rugindo. As cerca de quinze pessoas presentes no elevador gritavam, assustadas, todas encostadas a um canto. Aproveitei o espaço na parede livre e espalmei Heidi contra ela. Voltei a carregar no botão para descer e quando o elevador abriu, fiz sinal às pessoas para saírem e correrem.

 - Agora somos só nós, assassina. – disse eu, tentando controlar a minha raiva. Transformei-me na minha forma animal e logo a pontapeei na cabeça, emaranhando os cabelos loiros e brilhantes que outrora lhe emolduravam o rosto perfeito. O seu rosto parecia desfigurado, não de medo, como seria normal num humano, mas de fúria e ódio ao seu inimigo natural, eu.

 - Vais arder no inferno, cão! – exclamou ela, a coxear depois de ter levado uma mordidela na anca que lhe tinha despedaçado um pouco dos membros inferiores. De repente, o elevador abriu-se, e eu paralisei de repente. Bastou esse segundo de hesitação da minha parte para que dois vampiros que eu não conhecia me levassem pelas patas traseiras, e outro me agarrasse o focinho, impedindo-me de fazer qualquer movimento.

 - Ora, ora… Quem temos aqui? – perguntou uma voz seca e sádica. Pelo canto do olho, vi Aro, que se aproximava com uma curiosidade que não conseguia conter, e Marcus, que permanecia sentado na imponente poltrona, sempre com o mesmo semblante frio e intenso. – Vieste salvar a tua amiga, canídeo?

Rosnei, apoderando-se de mim uma fúria intensa. De repente, senti uma dor ainda maior do que a minha fúria perpassar-me as patas traseiras e observei, com horror, que tinha sido mordido por Caius, que se tinha colocado estrategicamente longe da minha vista, e cuspia agora um aglomerado de pêlos castanhos-escuros, pondo a língua de fora.

 - Ainda por cima sabes mal, cão. – murmurou, olhando para Aro como que a pedir uma decisão. Foi ter com ele e deu-lhe a mão, e por um segundo, as pálpebras do vampiro chefe fecharam-se, enquanto este absorvia os pormenores da mente do seu parceiro.

 - Agora não, Caius. Pode ser-nos útil. – Caius pensou, ficou tenso, suspirou e encolheu os ombros.

 - Seja. Vais visitar a tua amiga, animal. Comporta-te. – disse ele, sadicamente, olhando para Aro com uma cara que prometia retaliações. Podiam estar a guardar um desesperante destino para mim, mas para já, estava contentíssimo com as suas decisões.

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