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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

22
Out11

Fanfic - Capitulo 21 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana

 

Contra a Realeza 

 

(com o contributo de Marta S.)

 

 

No instante seguinte, comecei a sentir-me tonta e muito enjoada. Gianna, a minha aliada, estava morta. Morta por minha causa, por se ter aliado a mim, em busca de paz e serenidade, na sua vida futura. E eu não fora capaz de lhe assegurar a paz que ela pedia, que me havia pedido a mim. Procurei conforto nos braços de Edward, fungando destroçada. Consegui perguntar, a custo, como era o vampiro, e Esme disse-me, balbuciando, que se tratava daquele guarda muito novo que me tinha raptado. Depois da tristeza, da dor devido à morte da minha aliada, veio uma raiva imensa, um ódio. Eu própria empurrei as portas que nos levavam ao nosso futuro. Sentia Emmett e Jasper juntarem-se a nós, e sentia o apoio da minha família nos seus passos aparentemente tranquilos. E aí soube que aquilo tinha de acabar.

Assim que levantei o rosto, para enfrentar o que me esperava, senti o meu rosto engelhar-se de tanto medo. Havia tantos olhos vermelhos que me fitavam, como que tentando absorver a minha inocência, tentando matar-me apenas com aquele olhar. Tentei manter-me firme, mas a verdade é que mal conseguia suster o olhar de qualquer vampiro daquele clã. De repente, os meus olhos encontraram os olhos brilhantes e castanhos da minha filha, que parecia felicíssima, como se não se encontrasse em perigo de morte.

 - Mãe! – no segundo seguinte, sentia os seus caracóis revoltos a roçar nos meus braços e as suas próprias mãos a acariciar-me a pele, passando-me imagens de tranquilidade, e de momentos que já passáramos juntas. Sorri, de repente mais tranquila.

 - Ness, tinha tantas saudades… - não consegui dizer mais nada, com a voz embargada. Senti a mão de Edward a entrelaçar-se na minha, a unir-se a nós, naquele momento de família. Depois, mais rápido do que eu poderia ter sequer imaginado, Renesmee libertou-se do meu abraço com um guincho e correu para Jake, beijando apaixonadamente a ponta do seu nariz.

 - Seu parvo, mal-comportado! Não devias ter fugido. Estava tão preocupada! – disse ela, sorrindo, e batendo-lhe ao de leve no dorso canino. Jacob soltou um latido, lambendo-lhe o rosto com igual carinho.

 - Ora, que bonito… Não podia ter sido um reencontro mais clássico. Em todos os meus anos de existência, ainda não tinha assistido a nada assim, muito bonito mesmo. – o seu semblante maquiavélico percorreu todos os nossos rostos, parando algures atrás de mim. – Carlisle! Como estás, velho amigo?

 - Aro. Estou bem, obrigado. – ouvi a voz de Carlisle e um segundo depois, este apareceu por entre as sombras, caminhando em direcção ao seu antigo companheiro. – No entanto, podia estar melhor, se não tivesses sujeitado a minha família a este incómodo. Sabes que as deslocações inter-continentais ficam caras, e nem sempre nos dá jeito encontrarmo-nos desta maneira… imprevista.

Eu sentia a tensão naquela sala a subir, e todos os guardas que nos rodeavam a prepararem-se para atacar, aumentando o perigo que corríamos a cada instante.

 - Peço desculpa, caro amigo, mas precisávamos da querida Bella – um arrepio percorreu-me a espinha, e senti o punho de Edward crispar-se sobre os meus dedos. – Como sabes, ela possui propriedades… inéditas, devo dizer? – sorriu-me, mas o sorriso não lhe chegou aos olhos. Os seus pequenos teatros já não me enganavam.

Carlisle não demonstrou nenhum sinal de cortesia para com o discurso de Aro, permanecendo de semblante frio e calmo, avaliando com racionalidade a situação, como já era seu hábito.

 - Podes passar à frente a formalidade, Aro. O que pretendes com tudo isto? – perguntou finalmente o líder do nosso clã. Aro pareceu ponderar por um segundo, e Edward rosnava quase inaudivelmente, até aos meus ouvidos.

 - Bem, não sejamos rudes, velho amigo. É até uma situação bastante simples. Eu e o meu clã precisamos da Bella, pelas razões óbvias. Os seus… poderes, ser-nos-iam de grande utilidade em incursões e lutas futuras. Como sabíamos que não iriam concordar por nada com esta situação – o seu olhar recaiu em Edward, que por seu lado fixava Caius ferozmente. – decidimos trazê-la para cá sem aviso prévio. Mas agora, no entanto, já que estamos frente a frente, penso que podemos ser sinceros. Marcus, queres falar?

Marcus encolheu os ombros, olhando de sobrolho franzido para Caius, que parecia esperar ansiosamente pela sua vez. Ao aperceber-se de que, finalmente, podia exprimir os seus desejos, por norma, sádicos, deu uma pequena gargalhada bastante simples, com um ligeiro sotaque antigo.

 - Não é que eu concorde com o que vou dizer – senti o seu olhar crivar-se de tal modo no meu rosto que senti necessidade de fechar os olhos. – mas vou dizê-lo na mesma, já que é uma ideia que a maioria defende. Já que estamos frente a frente, será o mais correcto pedir a vossa permissão para adquirirmos a Bella para o nosso “arsenal”.

Um minuto de silêncio passou, tão lento como se a cada segundo as palavras de Caius se ouvissem de novo, ressoando pelas paredes antigas da fortaleza. Mais um minuto. A tensão subia a cada centésimo de segundo. Eu sentia o punho de Edward, que me transmitia a sua fúria. Quando Carlisle proferiu aquela única palavra decisiva, tudo desabou sobre as fracas relações entre os dois clãs naquela sala:

 - Não.

De repente, ouviu-se um estrondo. Rosalie caía redonda no chão, contorcendo-se de dores. No primeiro segundo, não me apercebi do que estava a acontecer, mas quando olhei de lado para observar as reacções dos Volturi, um dos rostos denunciou logo o responsável pelo sofrimento de Rose. Jane sorria-me, sádica, os seus olhos de um vermelho escuro luzindo de um modo febril.

Quase num acto irreflexo, o meu escudo estendeu-se sobre metade da sala, cobrindo toda a minha família e alcateia. Mas já era tarde. Emmett já se encontrava do outro lado da sala, do lado dos Volturi. O seu amor por Rosalie tinha sido mais forte, e não conseguiu resistir aos seus fortes impulsos. No instante seguinte, Em já se encontrava em cima de Jane, e ouviram-se ossos a estalar. Quando parecia que a pequena vampira tinha sido finalmente derrotada, ouviu-se um grito de horror. Emmett caía, igualmente percorrido por espasmos, contorcendo-se em sofrimento. Sentia a energia fluir nos punhos de Edward, cada vez mais nervoso. Apertei-lhe os dedos, tentando acalmá-lo. Durante uma fracção de segundo, extingui por completo o escudo, para que ele pudesse ouvir os meus pensamentos, e ler os meus avisos de que não se afastasse. Fiz com que ficasse a saber que toda a família estava protegida dos ataques, para que ficasse descansado. Bem, pelo menos, de um tipo de ataques. E, ainda por cima com Emmett no campo do inimigo, em perigo de vida, completamente desprotegido, tudo parecia ter parado. Com o ataque precipitado do vampiro mais forte da minha família, tínhamos ficado em desvantagem. Sabia que não estávamos de todo seguros se os Volturi tentassem atacar-nos, desta vez com a sua força bruta, especialmente porque não conhecíamos de todo as capacidades dos novos membros do seu clã.

Olhei-os novamente a cada um, directamente nos olhos. Tal como nós, também eles estavam preparados para qualquer tipo de ataque. De repente, algo mudou. Enquanto eu passava os olhos pelos rostos dos guardas, um deles pareceu despertar quando olhei para ele. Os meus olhos voltaram-se inevitavelmente para Emmett, que permanecia inerte no chão gelado de mármore:

- Já chega, Jane! – vociferou Carlisle.

         A vampira sorriu sadicamente e no segundo seguinte Emmet já se encontrava do nosso lado, abraçando Rose e perfurando, com o olhar, os vampiros do clã oposto. Marcus soltou uma única gargalhada. Estava, realmente, a apreciar o nosso sofrimento. Não sei por quanto tempo mais o meu auto-controlo persistiria face à vontade de proteger a minha família: a minha razão de viver. Aliás, existir.

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