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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

24
Dez11

Fanfic - Capitulo 23 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana


 

Sem palavras, sorri-lhe, enternecida.

          - Eu amo o Edward. E isso basta para que eu tenha feito o que fiz, Esme. E estou muito contente com a minha escolha. – quase me emocionei ao proferir estas palavras. Durante um segundo, pensei que iria corar, mas depois lembrei-me que já há muito perdera essa característica.

          - Também te amo. – uma voz masculina que eu tão bem conhecia encheu-me os ouvidos de amor e ternura. Senti os lábios do meu marido no meu pescoço, e o cabelo dele a roçar-me as pálpebras, que mantinha veementemente fechadas. Com a minha boca, procurei a dele, e senti que também ele procurava a minha, sem cessar. Quando finalmente se encontraram, senti a já habitual corrente eléctrica a atravessar o meu corpo pétreo de um lado ao outro, e os meus braços não precisaram de uma ordem para se envolverem à volta da sua cintura.

        

 - Acreditas que já tinha saudades tuas? – murmurei, envergonhada por saber da presença de Esme, que observava tudo com um sorriso encantado.

          - Saudades? Já?! – exclamou ele, com falsa indignação. Olhei-o, fingindo-me incrédula, e senti os seus olhos gulosos a percorrer o meu rosto, enquanto eu própria também envolvia com o olhar toda a sua face perfeita de alabastro. – Eu também.

         O seu murmúrio era triunfante, optimista. Quase nem parecia que ainda há poucas horas eu tinha estado em Itália, mais angustiada que nunca, capaz de morrer de saudades dele. E agora, naquele momento, tinha-o ali, e a ligação entre nós já não parecia amortalhada, mas sim palpável. Quase jurava que a conseguia cheirar.

         Beijei-o uma última vez, quando senti o chamamento de Carlisle, que tentava fazer com que tanto os lobisomens como os vampiros se reunissem, para melhor decidirmos como faríamos a grande caminhada para atravessar o país.

 

         Passados alguns minutos, após uma amena troca de palavras, partimos em passo de corrida, alguns conversando animadamente, outros concentrados no caminho, e os lobos, na nossa retaguarda, que tentavam acompanhar-nos, fechados no seu silêncio animal. Renesmee estava no meio das duas espécies, tentando confortar Jake e, ao mesmo tempo, conversar com Rosalie, que parecia deveras desconfortada e nervosa.

         Ouvi o suspiro de Edward, que já se repetia por alguns quilómetros. Olhei-o, sem conseguir fixar as suas órbitas hipnotizantes, mas conseguindo captar a sua intenção. Apercebia-me levemente das árvores a passar por mim a uma velocidade que em humana poderia ter achado inimaginável, mas que actualmente me parecia totalmente aceitável.

         Sem nenhum de nós emitir uma única palavra, consegui perceber qual o motivo do seu suspiro. Era, decerto, uma preocupação relacionada com Nessie, pois a cada dez segundos, fixava os seus olhos nela, tentando chamar a sua atenção. Por fim, a nossa filha reparou que o pai a olhava insistentemente, e aproximou-se.

         Discretamente, afastei-me, para lhes dar alguma privacidade. No entanto, não consegui controlar a curiosidade e fiquei a uma distância a que me fosse possível ouvir a conversa.

         - Filha, penso que seja melhor conversarmos sobre isto quando chegarmos a casa. – Proferiu olhando em volta ouvindo os pensamentos curiosos dos restantes seres que se encontravam connosco.
         - Está bem, pai, se assim o achas. – Disse sorrindo, a sua vontade se saber do que se tratava era quase palpável. Voltou para junto de Jacob e continuou a corrida.

         Conseguia avistar alguns edifícios, talvez a mais de cem quilómetros, por trás de árvores altas e esbeltas, cujas folhas esvoaçavam ao sabor da leve brisa.

          - Onde estamos? – perguntei em voz baixa a Carlisle, que parecia o mais concentrado possível no caminho, observando cada milímetro do solo, cheirando cada odor, e ouvindo cada som, em busca de sinais, talvez, da nossa localização.

         Apenas passado algum tempo, obtive uma resposta:

          - Oh, desculpa, minha querida, estava distraído. – sorri, percebendo, e acenei para que me desse a resposta de que precisava. – Estamos ainda muito afastados, a mais de dez horas de caminho, a esta velocidade.

         A rapidez que a nossa passada atingia não era, realmente, nada, em comparação com a velocidade a que normalmente corríamos. No entanto, devido ao peso dos corpos dos dois lobisomens, e à menor resistência de Renesmee e de Colin e Brady, tínhamos de prosseguir a uma velocidade cada vez menor.

          - Dez horas? – o meu estômago contraiu-se. Nessie já arfava, e parava a cada quinze minutos, sem conseguir aguentar o ritmo, e até Jacob, apesar do seu enorme orgulho, já se queixara do esforço necessário para atravessar o continente. Carlisle acenou suavemente, com um olhar terno e compreensivo.

          - Talvez possamos fazer algo, Bella. – murmurou ele. Apesar da sua boa vontade, percebi que estava sem ideias e, quando já me preparava para abanar a cabeça e dizer que o melhor era prosseguir com a viagem, tive uma ideia.

          - Carlisle… - comecei, com medo da sua reacção. – Poderíamos parar?

          - Parar? Agora? – perguntou ele, olhando-me incrédulo.

          - Hum, sim. A Renesmee está estafada, e a alcateia também. Olha só para eles, Carlisle. Já não aguentam. Se continuarmos a este ritmo, vamos ter de os transportar às costas. – expliquei rapidamente o meu ponto de vista, esperando que ninguém tivesse notado a nossa pequena discussão.

          - Então… Propões que paremos por um tempo? Para repor as energias? – perguntou ele, tentando já ajustar o seu plano de viagem com aquela nova proposta.

          - Sim. Está quase a anoitecer. Podíamos parar esta noite, eles aproveitavam para dormir e descansar, enquanto nós caçávamos. O Edward disse-me que nesta zona há ursos-pardos em demasia… - sorri, tentando de alguma forma aliciar o vampiro de trezentos anos que menos cedia à tentação.

         O seu riso pareceu chamar alguns membros da família, e senti Edward e Esme a aproximarem-se discretamente. Rapidamente lhes foi explicada a situação, e ambos concordaram com um vigoroso aceno de cabeça.

 

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