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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

29
Dez11

Fanfic - Capitulo 23 - 3ª Parte - "Nevoeiro"

Joana


 

O seu riso pareceu chamar alguns membros da família, e senti Edward e Esme a aproximarem-se discretamente. Rapidamente lhes foi explicada a situação, e ambos concordaram com um vigoroso aceno de cabeça.

          - Até eu já me sinto cansada, querido. Nunca corri tanto na minha vida como hoje. – suspirou Esme, quando finalmente abrandámos para expor a situação ao resto das pessoas.

 

        Todos concordaram sem problema, e Ness quase correu a abraçar o avô. Apenas Rosalie protestou um pouco, pois sabia que Jade e Sapphire teriam de esperar por ela durante mais tempo do que o esperado, o que a desanimou. Depois de a ouvir falar exasperadamente ao telemóvel com Carmen, a pedir mil desculpas, e tentando conter a irritação, fui ter com Edward, que preparava, com Carlisle, a gruta onde passaríamos a noite.

          - Onde está a Nessie? – perguntei, beijando-lhe o pescoço, perante o riso abafado de Emmett.

          - Hum, vem aí. Ela e o Jake foram dar uma volta pelas redondezas. Estás a vê-la? Está ali, ao fundo do arvoredo. – disse ele, sorrindo. Virou-se novamente para o trabalho, e eu encaminhei-me na direcção da minha filha.

          - Mãe?! Uma gruta? Nós vamos dormir numa gruta? – perguntou ela, surpreendida. Jacob sorriu tristemente, olhando de relance para os dois corpos pousados numa bonita cama de folhas e ramos.

          - Sim, querida, estamos a mais de duzentos quilómetros de qualquer povoação, e não me parece que te esteja a apetecer percorrer essa distância em passo de corrida. – rematei, sorrindo. – Vamos, não sejas mimada, e ajuda-me a fazer uma fogueira com a Alice e o Jazz.

         Recolhemos quase dez troncos de árvore, que partimos sem esforço e colocámos numa pilha, para manter a fogueira acesa durante toda a noite. Depois de o trabalho estar terminado, sentei-me em cima de uma grande pedra, quase tão fria como a minha pele, e contemplei o maravilhoso pôr-do-sol, que se estendia para trás da grande floresta americana, e que coloria o sol distante de um laranja arroxeado quase tão bonito como a cor do próprio sol.

         Nos meus devaneios, não reparei na leve presença ao meu lado, e muito menos no pequeno braço a pousar na minha mão alva. Só quando Alice falou é que me apercebi que não estava sozinha:

          - Estás bem, Bella? – perguntou ela, sem conseguir disfarçar preocupação.

          - Sim, estou. Porquê?

          - Hum, não parece. Estás demasiado murcha. É por causa do Jake, e de tudo o que tem acontecido, não é? – parecia-me estranho o facto de Alice estar a ser tão simpática em relação ao meu melhor amigo, e muito mais o facto de fazer referência aos tristes acontecimentos dos últimos dias. No entanto, decidi responder-lhe normalmente.

          - É sempre triste ver pessoas que nos defenderam a… morrer. – ainda me custava associar aquela palavra a duas pessoas que eu sempre tivera como seres imortais. Nem queria pensar nos seus nomes. Fechei os olhos com força, e senti os braços pequeninos de Alice a acariciar os meus cabelos, e o seu sorriso encorajador era quase que palpável.

         De repente, associei aquela forma de falar comigo a alguém irreconhecível. A preocupação, o conforto, até as perguntas e o diálogo que Alice desenvolvera pareciam previamente esquematizados. Os meus olhos pousaram nas costas de Edward, fulminantes. Como que apercebendo-se de que eu o fitava, também mirou o meu rosto. Porém, assumiu um semblante inocente, que jamais me enganaria.

          - Edward! – gritei, soltando-me do abraço da minha melhor amiga.

         No segundo seguinte, já não era Alice que lá estava, ao meu lado, mas sim o meu marido, que me abraçava e beijava o cabelo com carinho.

          - Sabia que se fosse eu a perguntar, nada me dirias. Mas precisava de saber. – apesar de saber que me devia enfurecer com a sua acção egoísta e com o seu medo de eu não lhe contar nada, naquele momento, consegui amá-lo ainda mais do que antes.

 

         O acampamento estava pronto, e ambas as famílias se encontravam instaladas. A noite caía finalmente, e com ela caía também por terra a minha esperança de que tudo o que tinha acontecido tivesse sido um mero pesadelo. No entanto, sentia que a minha mente já se resignara. Não havia maneira de recuar no tempo. Tudo o que tínhamos a fazer era dar a Embry e Paul a paz que mereciam.

         Observei a minha filha, que se recostara no colo de Jake e fechara os olhos, enquanto o namorado lhe acariciava os caracóis de bronze. Sam, Jared e Quil, que tinham saído há algum tempo, para obter alguma comida para os restantes lobisomens, regressavam, cada um deles carregando um grande urso. Edward, talvez depois de lhes ter lido os pensamentos, e ter auscultado as suas intenções, apressou-se a arrancar um grande tronco do solo, que Emmett dividiu em dois.

          - Façamos duas fogueiras. – ordenou Carlisle. – Numa delas, assamos a vossa carne. Na outra, vocês podem aquecer-se e passar o tempo de um modo mais agradável.

         Pusemo-nos ao trabalho, e em menos de vinte minutos, já noite cerrada e fria no interior do continente americano, os lobisomens se refastelavam com carne de urso, que tinha um cheiro, no mínimo, inquietante, e Renesmee depenicava do grande naco de que Jacob se apossara. A grande fogueira estava rodeada de vampiros e lobos que, em perfeita harmonia, conversavam e riam como velhos amigos, demonstrando perfeitamente como pode haver união e amizade entre duas espécies tão diferentes. Sam, bastante descontraído, contava com alguma melancolia e saudade histórias cómicas que envolviam os falecidos, no entanto demonstrando grande carinho e respeito pelos dois, e sem nunca entristecer os ouvintes.

         De repente, no meio de tanta algazarra, e palavras ternurentas sobre os amigos perdidos, fez-se silêncio. Só se ouviam os corações velozes dos lobisomens e de Nessie, as folhas das árvores a roçar umas nas outras, e a respiração pesada de Colin, que dormia no colo de Quil. Foi quando Esme, a pessoa mais sensível que jamais conheci, fungou, quebrando o silêncio, de algum modo instável, que se instalara.

         Carlisle, logo tentando desculpar a querida Esme, levantou-se, espreguiçando-se discretamente, num hábito meramente humano, que quase me espantou, e declarou:

          - Está a fazer-se tarde. Talvez queiram ir deitar-se, enquanto nós vamos caçar.

         Um por um, cada lobo acenou com a cabeça, levantando-se e espreguiçando-se, desta vez sem cerimónias, e todos se dirigiram para as suas tendas. Nessie, abrindo um dos seus olhos castanhos chocolate, fez-me sinal de que dormiria com Jake enquanto eu estivesse fora, na caçada. Aproximei-me dela, enquanto esta era erguida nos braços do meu melhor amigo, e segredei-lhe ao ouvido:

          - Voltaremos antes do amanhecer. – beijei-a no nariz, e sorri-lhe.

         Depois de verificar que já todos estavam dentro das tendas, seguros e adormecidos, eu, Edward, e todos os outros Cullen, começámos a correr.

         

 

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