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Saga Crepusculo Portugal

24
Nov09

Jornal Destak entrevista Chris Weitz

Joana

«Tentei que o filme parecesse um quadro do Renascimento»

 

Fã dos livros da saga Crepúsculo de Stephenie Meyer, o irmão mais novo de Paul Weitz (American Pie e Era Uma Vez Um Rapaz) realizou o filme Lua Nova e conta-nos como foi fácil substituir a realizadora do 1.º filme, Catherine Hardwicke, e como tentou dar um tom diferente numa história com mais acção, luta e um novo amor na vida da protagonista Bella, o "lobo" Jacob

 

Foi difícil começar a partir do trabalho de outro realizador nesta saga?
Acho que há um grande desafio e responsabilidade, dado o sucesso do primeiro filme, de tentar corresponder às expectativas dos fãs. Mas senti que tinha o apoio da Stephenie Meyer [a autora] e dos fãs que estavam entusiasmados por verem a melhor versão possível do livro. E também senti que o estúdio que fez este filme queria mesmo uma versão honesta e fiel ao livro, mais do que tentar torná-lo noutra coisa qualquer. Por isso senti-me bem neste papel.

 

A argumentista é uma mulher, a autora é uma mulher e a anterior realizadora era uma mulher. Sentiu que poderia dar um tom diferente ou isso não muda nada?
Acho que não muda muito. Quer dizer, gosto das mulheres e dou-me bem com elas (risos), a minha mãe é uma mulher felizmente (risos), e tenho uma elevada contagem de estrogénio, diz-me o meu médico. Falando a sério, há de facto elementos neste filme mais adequados para os homens. Há lobisomens e muito CGI [tecnologia] e muitas cenas de acção. Mas acho que o que conta mais ainda são as emoções das personagens. E é estranho porque a emoção é mais vista como algo mais feminino, mas acho que os homens também lidam bem com ela.

 

Que mudanças trouxe para este segundo filme? O tom da imagem parece bem diferente, menos escuro.O primeiro filme tinha uma espécie de estética de vídeo de rock e era muito azul no tom estético, tentei que este filme parecesse um quadro do Renascimento italiano, por isso quando trabalhei com o Javier Aguirresarobe, o nosso director de fotografia [espanhol que já participou em filme como Mar Adentro ou Vicky Cristina Barcelona], tentámos torná-lo o mais colorido possível e usar a palete de cores completa - pelo menos a que estava disponível para usarmos.

 

Há uma relação forte entre Bella e o Jacob neste filme. Foi fácil criar essa relação, quando antes era só entre Bella e o Edward?
Bem, sim, mas não por causa de mim, não podia ser eu a criá-la. Eles próprios conseguiram criá-la e ajudou muito o facto de a Kristen se dar muito bem com o Taylor. Ela é um pouco mais velha do que ele, e também sabe que ele está a entrar neste mundo estranho, com os paparazzi e a atenção dos fãs. É muito protectora. E isso viu--se depois na relação no filme e percebe-se que eles gostam um do outro. É genuíno.

 

Porque é que acha que o filme tem tanto sucesso, juntando vampiros e romance. É também por causa do Robert Pattinson e da Kristen Stewart?
Os livros já foram bem sucedidos eles próprios porque os leitores se identificaram com a personagem principal e com o sentimento de ser muito normal e estar atraída por alguém que é muito diferente. Nos filmes, é óbvio que o Rob, a Kristen e o Taylor não são só muito bonitos, como têm carisma. Quer dizer, há muita gente bonita nos filmes de Hollywood, mas é quando conseguem captar o sentido emocional das pessoas que funciona melhor.

 

Bella escreve neste filme e-mails para a irmã de Edward, Alice, em tom de confidente - o que a torna em narradora. Não estava no livro, porquê essa opção?
Para manter a relação entre a Bella e a família de vampiros Cullen, basicamente. Usámos a narração dela para a levar nessa direcção e acho que ajudou a tornar o filme mais confessional. Até porque a Bella sofre muito e assim permite-lhe partilhar a dor.

 

De Lua Nova ao jardineiro

Entre projectos a solo e com o seu irmão Paul Weitz (foram ambos nomeados nos Óscares por Era Uma Vez Um Rapaz) não lhe costumam faltar projectos...

O próximo filme será passado em Los Angeles, chama-se The Gardener e é sobre um jardineiro mexicano pobre. É um filme pequeno, comparado com o Lua Nova. Não há lobisomens, nem efeitos especiais e espero fazê-lo com a Summit [produtora da saga Crepúsculo].

 

Não será em parceria com o seu irmão, pois não?

Não, embora queira voltar a trabalhar com ele muito em breve. Aliás, neste momento ele está muito ocupado a trabalhar no 3.º filme da saga Um Sogro do Pior [com Ben Stiller, Robert de Niro e agora com Jessica Alba].

 

 

Fonte: Destak

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