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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

27
Nov09

Jornal Metro (25 Novembro)

Joana

A LUA NOVA MAIS AGUARDADA AMANHÃ EM PORTUGAL - textos e entrevistas de John-Miguel Sacramento, em Hollywood

Batendo uma série de recordes e considerada desde já um fenómeno social e mediático capaz de alterar toda uma indústria, a menina apaixonada pelo vampiro mas cobiçada pelo lobo bom é, nas bilheteiras americanas, mais potente do que um super-herói! São esses os números excitantes com que Hollywood se deparaou no fim-de-semana que passou. O filme estreou na sexta-feira: foi ver os recordes a cair no chão como um baralho de cartas, deixando toda a gente em Los Angeles de boca aberta. Em pouco mais de quatro mil ecrãs, o filme da Summit Entertainment, "Lua Nova", meteu ao bolso 72 milhões de dólares só no primeiro dia. Ao longo de toda a sexta-feira, dia da estreia, o site Fandango, que vende bilhetes de cinema online, noticiou que o "Lua Nova" estava vender dez bilhetes por segundo. Ainda na venda antecipada de bilhetes, a MovieTickets.com refere que este "Lua Nova" subiu logo ao primeiro lugar derrotando os maiores franchises da actualidade, todos eles protagonizados por rapazes: "Harry Potter", "Senhor dos Anéis", "Batman" e num golpe de misericórdia, até "A Guerra das Estrelas".
Os tais 72 milhões são mais do que os 67 feitos pelo último episódio de Batman, "O Cavaleiro das Trevas", e constitui a maior abertura de sempre num filme estreado à sexta e, também, no total de receitas acumuladas num só dia. Ainda é mais espantoso que uma menina - Kristen Stewart, séria, apresentada ao público a ter uma crise de diabete no quarto de pânico que partilhou com Jodie Foster e, mais recentemente vista no "Into The Wild", realizado por Sean Penn - esteja a dizer aos estúdios como é que se faz, provando que, se o filme for feito de bandeja para as meninas de todas as idades e persuasões, elas têm músculo suficiente para manda o Super-Homem dar uma volta!
Afinal há um público feminino! Afinal as garotas não vão só ao cinema acompanhar os namorados! Elas até são capazes de, se lhes derem um pouco de atenção, encher a conta bancária de muita gente no cinema.»

O filme abriu como um trovão. Mesmo com as expectativas altas - quando o trailer apareceu na net, os cliques somaram 5,8 milhões só nas primeiras 24 horas - ninguém esperava que um casting de miúdos e muitos machos semi-nus fosse capaz de competir com a primeira liga dos grandes heróis importados das bandas desenhadas míticas.»


 

 

 

 

 

Quarto Lugar.

Atingindo os 120 milhões de receitas num só fim-de-semana, a estreia de vampirada com subtexto sexual a pingar do ecrã está agora em quarto lugar na lista de recordes, logo atrás de "Batman", "Homem Aranha" (que levaram décadas a estabelecer a base de fãs que têm hoje) e de "Pirata das Caraíbas", que a Disney promove em tudo o que é parque e t-shirt. O facto de os livros de Stephenie Meyer terem entrado neste clube de luxo é outro feito extraordinário. Foi logo depois da meia-noite de quinta-feira. Ás 00.01, cerca de 3.500 cinemas exibiram o filme para plateias que não podiam esperar mais.
Logo aí as bilheteiras registaram mais de 26 milhões de dólares, deitando por terra dois ícones da rapaziada: o "Batman", que fizera 18 milhões e circunstâncias idênticas, e até o último "Harr Potter", que detinha 22 milhões. Fora com eles que a Bella de "Lua Nova" veio para reinar.
O facto de o filme a ter como dominadora face a dois rapazes que, numa reviravolta genial, se passeiam pela história como meros objecto sexuais, sublinha com tinta forte a mudança que este filme deu ao cinema. Daqui para a frente espera-se que Hollywood comece a reflectir o novo poder feminino - sexual mas também comercial - em produções dominadas por esposas finalmente categóricas, meninas decisivas, patroas, empresárias, e se tivermos sorte, duas ou três mulheres respeitáveis de chicote na mão.»

Perfil STEPHENIE MEYER -
Stephenie Meyer sempre gostou de livros daqueles bem grossos. Desde que era miúda. Ia à estante e só pareca interessada no volume que tivesse mais páginas. Foi assim que devorou os clássicos, de Shakespeare a Jane Austen, fontes de proveito e drama que ela ainda usa nos romances que manda para o topo das tabelas de venda.
Stephenie tem agora 35 anos e, além de ter vencido vários concursos literários - nos quais, por vezes, havia entre as concorrentes uma tal de J. K. Rowling -, é tida como uma das figuras mais influentes da cultura popular. Parte da culpa vai para toda a série "Crepúsculo", saga já exportada para uma trintena de idiomas e autêntica pilha de lucros nas livrarias, internet, filmes, roupa, música e, claro, cinema.
Stephenie Meyer vive no Arizona, onde cresceu e onde se mantém casada com um senhor que agora é dono da casa e lhe trata dos três filhos, enquanto ela vai de cidade eme cidade assinar autógrafos. É mormon, não fuma, não bebe, mas adora apimentar a sua literatura com os Romeus e as Julietas de hoje, escravos que são do desejo sob pressão.»

O cinema é para ali por Manuel Monteiro Grillo -
Em Novembro de 2008, a data de estreia do primeiro "Twilight", a associação Vampyr emitiu o seu único comunicado do séc. XXI. Mais poderosa do que a Maçonaria, mais oculta que a Opus Dei, a única pessoa a revelar-se membro da Vampyr suicidou-se no dia sguinte. O caso do inglês John Polidori ocupou as manchetes dos principais jornais ingleses do séc. XIX  e originou o primeiro, até ao ano passado único, comunicado oficial da história secreta desta associaçáo. Polidori foi encontrado morto em sua casa pelo jornalista Edwin Drood - a quem se preparava para contar a história da associação -, enforcado e sem uma gota de sangue no corpo. A versão oficial de suicídio foi contestada pelos jornais, até que Edwin Drood confessou o roubo do sangue, motivando o arquivamento definitivo do caso. Drood desapareceu uma semana mais tarde; o caso do desaparecimento de Edwin Drood continua, até hoje, por resolver. O comunicado da Vampyr foi emitido no dia 2 de Maio de 1819, um ano e um mês após a morte de Polidori: "John Polidori nunca pertenceu à nossa associação. Rejeitamos qualquer ligação com a sua morte."

 

"QUEREMOS A BELLA".

Embora a autenticidade do comunicado tenha sido posta em causa, há referências da Vampyr desde a Grécia Antiga por Phaedrus (amigo e discípulo de Sócrates), até aos diários do rei Henrique VIII de Inglaterra, o que leva os especialistas a concluir que o mais provável é, de facto, existir uma associação secreta com este nome. As poucas referências factuais sobre os membros da Vampyr confirmam que alimentam-se exclusivamente de sangue e só saem de casa à noite, mas pouco se sabe quanto aos alegados "poderes especiais" explorados pela literatura desde o séc. XIX. O segundo comunicado da Vampyr, emitido após a estreia de "Twilight" e com um intervalo de quase 200 anos do primeiro, obrigou a produtora do filme a contratar guarda-costas para a protagonista Kristen Stewart. Lacónico, de origem incerta, mas com o mesmo tipo de papel e - confirmou-se através de testes químicos - impressos na mesma tinta e na mesma máquina de escrever do de 1819, o comunicado diz: "Queremos a Bella."»

ENTREVISTAS:
Robert Pattison (Edward Cullen)

Só o vejo uma vez por ano, mas quando aparece nas fotos a ideia é de que vive mesmo num mundo alternativo, tipo "Crepúsculo". Deve ser a sua vida nocturna, boémia, misturada com os flashes das câmaras que o perseguem ao virar de cada esquina. Atenção vai entrar o novo príncipe das trevas, parecem dizer os tempos.
Robert Pattison, 23 anos e, claramente, na flor da idade, nasceu em Londres. Foi lá que viveu com a família até ao momento em que passou a ser conhecido como Edward Cullen, peça fudamental na amor deprimente da saga "Crepúsculo", que agora aparece outra vez no ecrã para mostrar o episódio número dois, "Lua Nova". Canta. Toca viola. E, mais importante ainda, parece ter roubado o coração à líder destes filmes, a Bela Swan com que Kristen Stewart mergulha tão bem no abismo. Muito branco e delicado, 'Pattz' (como lhe chamam as adoradoras que só sonham passar os dedos naquele cabelo fantástico) é conhecido pela inteligência e humor. Terminadas que estão as filmagens do episódio três, "Eclipse"", 'Pattzinho' já disse que estava interessado em fazer para o grande cinema uma história grande baseada nos românticos franceses. Este rapaz vai longe. Com tanta aura, visão, estilo e a exuberância capilar de um daqueles deuses da Capela Sistina, ainda vai ser tido como o salvador da mística que Hollywood parecia ter perdido.


É bom ou mau para um filme quando o actor se envolve romanticamente, longe das filmagens, com a sua leading lady? Suponho que, quando se trata de uma saga deste tipo, com pelo menos três episódios, é bom que o amor permeie a publicidade e torne uma manobra de marketing em algo mais excitante e com mais substância. Não estamos a falar disso. Agora o que interessa é o seu ponto de vista: como pessoa, como trabalhador, ajuda ou não?
Pressuponho sempre que, quando a manobra publicitária tem em vista os números da contabilidade final, sim, acho que ajuda sempre. Mas não tenho grande experiência nesse domínio. Não lhe posso dizer sequer que é um facto, isso de eu me apaixonar sempre pelas minhas leading ladies. Acho até que ainda não trabalhei com tantas meninas como parece. Se for pensar bem, a única história de amor que fiz, além desta, foi numa peça de teatro sobre Frederico Garcia Lorca, há cerca de uma ano. Tinha de me apaixonar por um homem e, sim, acho que sim, que me apaixonei por ele um bocadinho. Pena que não soubesse falar bem inglês. (risos)

Fale-me da sua relação com Kristen para este segundo filme. Foi mais fácil trabalharem juntos, uma vez que o romance é inegável? Já deve haver, pelo menos uma estenografia emocional entre os dois, quando trabalham de frente para as câmaras.
Não sei se estamos nesse ponto, de ter uma espécie de atalho naquilo que temos de oferecer profissionalmente. Sempre fomos amigos. Tem sido uma pessoa impecável comigo, tem uma maturidade indescritível e o seu sentido de responsabilidade, profissionalmente, é, para ela, o mais importante.
A Kristen sempre foi o meu seguro de solideaz e seriedade, credibilidade, em tudo o que tivesse a ver com este filme. O perigo de fazer uma série deste tipo é a possibilidade de a história se tornar muito popular, haver multidões a vigiar-nos o tempo todo e por aí adiante. Mas se a série está ancorada numa boa actriz com credibilidade, essa aventura fica mais fácil. Mas não há atalhos. Estamos sempre num desafio mútuo.

Sei que se mudou de Londres para Los Angeles. Fale-me um pouco da sua relação com a Inglaterra. A ideia que fica é que vive nas filmagens de "Crepúsculo"!
Mas vivo mesmo! (risos) A última vez que fui a Inglaterra foi em Janeiro passado, por volta do dia 13 ou 14. Tinha acabado de fazer os dois filmes "Crepúsculo" e "Lua Nova", e um outro chamado "Remember me" no meio dos outros dois. Acho que foi nessa altura que me deram quatro dias de folga. Tem sido sempre assim: a próxima vez que vou ver os meus pais vai ser na estreia porque depois tenho de apanhar um avião para Nova Iorque e nunca paro. É possível que regresse a Londres no Natal. Mas é estranho porque eu sempre me considerei muito Inglês. Até ao ano passado. Depois percebi que não era. Já não tenho coragem de dizer que a minha pátria seja aquela, o meu lar, a minha casa. Sinto-me muito confortável em Los Angeles, para já. Muito mais à-vontade do que tinha imaginado, o que é óptimo.

E já sei que vai fazer a seguir "Bellami", de Guy Maupasant. Ainda será com a Nicole Kidman?
Não porque ela vai fazer "Danish Girl", em Copenhaga. Nunca tinha lido o livro mas havia algo na adaptação que achei perfeitamente adequada aos tempos em que vivemos. Não vou entrar em pormenores (risos), mas mete política e outras actividades. Mas os detalhes são totalmente modernos. Achei que, depois da saga "Crepúsculo", em que me coube uma personagem tão moral, um indivíduo tão cru que se deixa reger pelas emoções e não dá grande atenção ao que o rodeia, havia algo no "Bellami" que achei muito interessante. É também uma história cheia de humor. Já não se fazem coisas dessas, pelo menos numa escala tão épica.»

Kristen Stewart (Bella Swan)
Fale-me um pouco dos dois actores, Robert e Taylor. O que acha deles?

Sei que foram atirados para uma rajada mediática que é muito maior do que eles. Falo por eles, mas também falo por mim. Estamos todos na mesma situação. Mas, voltando a eles, sinto absolutamente que, ao longo de todo este processo, foram sempre capazes de se manter como são. Tanto assim que passei a tê-los como dois dos meus melhores amigos. Acho que são mesmo tipos óptimos. E bons actores.

Para além do escrutínio mediático, este segundo episódio na vida de Bella Swan é muito mais exigente do ponto de vista dramático. Como é que se preparou para uma personagem que é maníaco-depressiva?
As respostas estavam todas no livro. O que autora diz é que, quando somos alterados fisicamente por outra pessoa, não é possível voltar à vida que tinhamos antes. Ou seja,  tudo aquilo que ela julgava ser verdade é, afinal, mentira. Ora bem, a Bella foi sempre uma pessoa muito segura de si. Acredita que todas as decisões que toma, no dia-a-dia, são as decisões correctas. Segue os ditames do coração. Portanto, quando se dá conta que o coração lhe estava a dizer mentiras, fica sem saber o que fazer. Foi por isso que filmámos "Crepúsculo", o primeiro episódio. Eles rompem relações. Como é que a minha personagem vai reagir sem ter o Edward por perto? Aí tenho de pôr a minha imaginação a funcionar. Posso não saber como é que uma pessoa se sente quando um vampiro corta relações, mas sei o que é ficarmos com o coração destroçado por alguém que amamos.

Mas depois foi preciso, ainda, subir a um nível dramático mais alto. Como conseguiu?
Pois. Foi preciso levar as emoções humanas a outro nível. Quando é um vampiro que nos parte o coração, aí a dor é muitíssimo maior. Não que uma pessoa saiba o que isso é. É como se a perda levasse a Bella até aos precipícios da morte. Até ao ponto em que não podia estar mais perto do mundo dos não-vivos. Aí, sim, foi mesmo difícil porque é uma experiência pela qual nunca passei. Nunca estive perto da morte a esse ponto, Só foi possível coma ajuda do reaizador e dos outros actores. Não é que fosse preciso muita preparação. Mas era preciso muita força para me abandonar. Para me deixar ir. Tive que me deixar perder.

Tudo isto fica ainda mais fascinante quando se sabe - como referiu durante a promoção do "Crepúsculo" - que a sua dedicação à personagem passa também pela admiração que sente pelo actor Robert Pattison, como se, consigo, o amor viesse em forma de bolo de camada dupla.
É algo que me acontece sempre. Estive sempre ligada romanticamente aos actores com quem trabalhei, Quer dizer, há niveís diferentes de ligação, mas, sim é verdade.

Essa susceptibilidade vem de onde?
Sabe, mentir é coisa que não sei fazer. Se as personagens são bens escritas, se são inteiras, se me é permitido acreditar, então é mais fácil acreditar. E eu acredito. É natural que, depois de muito tempo a trabalhar em conjunto, haja um certo relacionamento emocional com o Taylor. E com o Robert. Tenho uma sorte imensa que a dinâmica entre os actores seja essa. É uma energia estabelecida. Especialmente porque já trocámos de realizador. Estou consciente de que cada um destes filmes é uma peça à parte, mas é sempre bom quando há uma linha de continuidade entre as várias histórias. Acho que o facto de eu conhecer o Rob e o Taylor da maneira que os conheço, que é muito pessoal, ajuda imenso. Todo nós adoramos o trabalho que estamos a fazer. Tendo isto em conta, percebe, é mesmo difícil quando me pedem para separar a vida do emprego. Não consigo. Não posso dividir-me dessa maneira. Claro que não gosto quando o nível de intromissão externa chega a um ponto destes mas, por outro lado, é sempre assim quando o trabalho feito é mesmo bom, É trabalho real e que dá satisfação. Que bom que é ter o Rob e o Taylor. Que bom eles permitirem-me as relações abertas que mantenho com cada um deles. Torna o trabalho dez vezes mais fácil.


Taylor Lautner (Jacob Black)
Como consegui adquirir aquele corpo em tão pouco tempo? Preciso de conselhos, por favor!

Foi preciso treinar intensivamente. A rotina era ir ao ginásio cinco vezes por semana. Só havia uma coisa que me estava vedade: treinar demais. Isto porque, no início ia sete dias. Depois cheguei à conclusão que estava a perder peso, algo que seria totalmente contraproducente para aquilo que queria atingir. Por isso, e por mais estranho que possa soar, a parte mais difícil foi ter de comer. As pessoas pensam que seria a parte mais fácil, mas não era uma daquelas situações em que eu podia atirar-me a tudo o que era gelado e chocolate. Quando uma pessoa tem de comer pelo menos de duas em duas horas, cansa. Sobretudo se aquilo que se tem de meter na boca for batata doce crua, filetes de carne, amêndoas não torradas. Divertido não foi.

Li bem, ou a Kristen disse há dias que gostave imenso de si e que era capaz de matar para o proteger? O que se passa aqui?
Ainda estou para ver, essa do ser capaz de matar para me proteger (risos). Pode parecer estranho, mas a Kristen e eu temos uma relação que, curiosamente, se assemelha à que mostramos no filme, entre o Jacob e a Bella. É uma relação óptima. Há uma química passional que não tem esconderijos. Damos connosco a falar sobre tudo. O que é bom, porque seria muito esquisito criar aquelas personagens no ecrã se não tivéssemos esse tipo de relacionamento. A Kristen é um espanto. Tem muita experiência e um talento enorme. Foi tão bom poder observá-la ao longo de todo este fenómeno.

Não houve um momento em que ia ser substituído? Sei que apareceu no "Crepúsculo", mas havia a ideia que, para o segundo filme, Jacob ia ser entregue a outro actor.
Para lhe ser sincero. Esse era o tipo de informação que mantive sempre longe do meu espaço e trabalho. Fazia questão disso. Soube sempe onde é que a personagem ia, por causa dos livros. Tendo isso em conta, a minha preocupação era só uma:  manter-me bem focado no trabalho. Quando o primeiro filme acabou, fui logo contratar um treinador. Mudei aminha dieta, os meus hábitos. Outra coisa foi que na altura, ainda não havia realizador. Quando soube que iriam contratar o Chris Weitz., vi logo que as coisas estavam de feição. Só tive que me concentrar naquilo que eu próprio podia controlar. O resto não me interessava. Foi uma no inteiro a treinar para este filme.

Compreendo perfeitamente por que é que uma série com estes elementos, você incluido, agrade às meninas. Mas porque é que os rapazes também gostam? Será a concorrência entre machos, a adrenalina das perseguições? Não me diga que é o lado romântico.
A meu ver, um dos aspectos mais maravilhosos da série é esse: as histórias contêm tudo e durante horas tudo pode acontecer. É uma viagem para toda a gente. Tem romance, algo que eu adoro, e também  tem um lado mais negro e intrigante. Tem acção, suspense. Vendo bem, tem tudo aquilo que os rapazes adolescentes gostam. A parte dos lobos e dos efeitos especiais é mesmo muito cool. Para mim, a melhor parte continua a ser a história de amor.

Não se ouviam gritos de meninas assim  desde os Beatles! Como é que, aos 17 anos, tem sobrevivido a isto?
É uma vida diferente. Sei que não é normal. Mas o mais espantoso é que nenhum de nós esperava esta reacção. O importante é que não mudemos a nossa maneira de ser. Continuar a passar tempo com a spessoas que sempre foram nossas amigas.

Diga-me que o "Eclipse" já está filmado e que a sua personagem traz muitas surpresas!
O "Crepúsculo" desenvolve o romance entre a Bella e o Edward. O "Lua Nova" abre o romance entre a Bella e o Jacob. No livro diz-se que, no "Eclipse", Jacob, Edward e Bella unem-se num triunvirato em tempo de guerra. Colocam de lado as diferenças e atingem o clímax do triângulo amoroso. São três personagens que passam o tempo juntas. O Edward e o Jaco unem-se para proteger a garota que amam. "Eclipse" é o meu preferido.

Porque é que as meninas perdidas se apaixonam sempre por lobos da floresta?
Acho que é por eles serem quentes.

Importa-se de repetir?
Em "Eclipse" há uma cena em que a Bella está a morrer de frio e o Edward pede-me para me enfiar no saco-cama dela para a poder aquecer. É a única forma de a salvar. As senhoras gostam de pele felpuda que as mantenha quentinhas.»

Crítiica ao filme Por Patrícia Tadeia
"Estas paixões violentas têm fins violentos." As palavras de Bella induzem ao destino trágico deste amor entre uma humana e um vampiro. Amor esse que, neste "Lua Nova", pasa para segundo plano, ao contrário do que acontecia em "Crepúsculo", quando tudo girava à volta de Bella e Edward. Não se iludam as jovens adolescentes, fãs do vampiro de 109 anos, pois nesta saga este fica meio esquecido. Abandonada pelo "jovem" Cullen, Bella começas a olhar para Jacob de outra forma. Nasce um triângulo amoroso, cujos indícios já surgiam em "Crepúsculo". A recuperar do vazio em que ficou com a partida de Edward, Bella descobre o prazer da companhia de Jacob, mas não só. Perceb que o jovem é mais do que um simples miúdo de 17 anos que é "mais ou menos bonito", como ela própria lhe diz.

Lua Nova.

Sendo já um sucesso de bilheteiras, com ingressos pré-vendidos, e uma excitação poucas vezes antes vista, "Lua Nova" não defrauda as expectativas dos jovens fãs de romances. É claro que a ausência de Edward na maioria das cenas pode entristecer alguns seguidores da saga (ouseguidoras), ma quem leu o livro já sabe o que esperar. E mesmo queles que não eram fãs, após as críticas do Vaticano, têm agora um bom motivo para ver o filme.
Parece que esta história de vampiros e lobisomens decreve "comportamentos desviantes". Vá se lá saber porquê.»
conder - e não se esqueça de remover esta mensagem.

 

Fonte: TP

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