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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

25
Mar11

Fanfic - Capitulo 2 -2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana

Feliz Aniversário!

 

 

 

Depois de os vermos partir, Edward deu-me a mão e dirigimo-nos a Rose, que nos chamava, impaciente.

- Bella, Edward, eu e a Ness vamos caçar com a Alice, o Emmett e o Jasper. Querem vir? – convidou a minha irmã loira, com ar de deusa grega.

- Não, obrigado, Rose. Esqueces-te que eu e a Bella fomos caçar ainda na passada sexta-feira?

- Certo. Adeus, então. A casa é vossa. – replicou, com os olhos brilhantes. – Vamos, pessoal.

Acenaram-nos e partiram no assustador Jeep Wrangler de Emmett.

A partir desse momento, não havia mais nada. Aquela manhã a sós fazia-me relembrar uma vez, num passado distante, em que Edward me “raptara” alguns dias antes do confronto entre os Cullen e Victoria, a antiga companheira de James. Eu, como egoísta que era, não permiti que Edward participasse no confronto, com medo que lhe acontecesse alguma coisa. Acabei por o expor a um perigo ainda maior, pois Victoria e um dos seus seguidores recém-nascidos, Riley, tinham seguido o nosso rasto até ao esconderijo nas montanhas de Olympia. Edward e Seth, um jovem lobisomem, lutaram juntos contra aqueles dois vampiros sádicos, conseguindo derrotá-los com uma óptima encenação. Foi nessa noite em que ficámos a sós que aceitei o pedido de casamento de Edward e que regateei as minhas próprias condições.

 

Com todas estas lembranças felizes, nem reparei que Edward estava especado à porta da nossa casa de campo à espera que eu abrisse a porta. Abri-a sem dizer uma palavra e depois ele falou:

- Hoje estás muito aérea. Não sei o que se passa contigo. – comentou, passando o dedo gelado pelo meu pescoço até chegar à cintura, fazendo-me estremecer de desejo.

- Podes deixar as tuas distracções para a noite? É que assim acho que não consigo fazer mais nada hoje. – censurei, tentando parecer severa, mas aproximando-me mais do meu marido, beijando-o. – Hoje podemos trabalhar na nossa horta imaginária, como tu disseste. Mas primeiro temos de a criar. Há um espaço lá atrás e... – não consegui terminar, pois Edward começou novamente a beijar-me sem cessar, parando de repente.

- Tens razão. Vou deixar isto para a noite. Assim a expectativa vai aumentando. – determinou, sorrindo.

Pegou-me na mão e levou-me até às traseiras da nossa simples casinha, onde nos aguardava um pequeno espaço livre, que utilizámos para passar a manhã a plantar legumes e hortaliça diversa e ainda pequenas árvores e arbustos.

Edward teve a excelente ideia de cada um de nós semear uma árvore que seria a “sua árvore”, pois, já que tínhamos a eternidade, podíamos vê-la crescer. Eu decidi semear uma amendoeira, pois pensei que nos representava em dois aspectos: era uma árvore linda e, na Primavera, enchia-se de lindas flores brancas. Tive sorte na escolha, porque num dos livros que Edward comprara, era referido que a terra do estado de Washington era muito fértil para este tipo de árvores. Edward preferiu semear um abeto, porque se lembrava, da sua vida de humano, que uma das suas paisagens preferidas eram os abetos cobertos de neve no Inverno, por isso esperava que, no próximo Inverno da nossa eterna existência, nevasse muito, de preferência em nossa casa. Resolvemos plantar uma nespereira para Renesmee, porque, apesar de não comer comida “normal”, um dos poucos alimentos que tolerava razoavelmente eram as nêsperas. A nossa filha gostaria da surpresa, e com certeza teria muito prazer em cuidar dela, tal como nós cuidaríamos das nossas.

Tal como previsto, esta tarefa durou-nos toda a manhã, pois, já que tinha tempo de sobra (toda a eternidade, mais precisamente), decidi ser meticulosa e não deixei que nenhuma insignificante erva daninha interrompesse o crescimento dos meus rebentinhos. Estávamos a acabar o nosso trabalho quando ouvimos, ao longe, dois carros a estacionarem no piso cimentado da garagem da grande casa. Os nossos irmãos e Nessie haviam-se encontrado com Carlisle, Esme e os nossos convidados, Nahuel e Huilen, e vinham juntos para casa. Corremos de mãos dadas até à fonte do ruído, para os saudar. Era sempre um enorme prazer para todos acolher aqueles amigos em casa. Quando nos viu chegar, a minha filha saltou para os nossos braços entrelaçados, como sempre fazia, e tocou-nos com as duas mãos, transmitindo-nos uma imagem que focava toda a família Cullen unida. Não tinha dúvidas. Desde que a sua família fosse feliz, Nessie seria a pessoa mais feliz do universo. Sorri-lhe, enquanto lhe colocava uma mecha de cabelo encaracolado por trás da orelha. Edward beijou-a ternamente no rosto, acariciou-me o queixo e, a seguir, passou a nossa filha para os meus braços para ajudar Carlisle a receber os convidados da melhor maneira. Com Renesmee ao colo, a brincar com as madeixas do meu cabelo, dirigi-me também a eles, acenando-lhes. Tinha-me habituado ao surpreendido olhar que Nahuel me dirigia sempre que me via pela primeira vez, após algum tempo. Edward dizia que era de admiração, tendo explicado porquê, mas eu sabia que havia algo mais, que o meu marido persistia em omitir. Conseguiria levá-lo a dizer-me a verdade. Mais tarde. Agora, havia coisas mais importantes a fazer.

- Boa tarde, Huilen. Nahuel. – cumprimentei educadamente, enquanto Ness acenava, tímida, escondendo o rosto no meu peito.

- Olá, Bella, Edward. Olá a todos. – cumprimentaram os amazonas em coro.

- Vamos para dentro, querida Huilen. Certamente que estão cansados da viagem. – recomendou Esme, sempre preocupada.

- Sim, estamos. Do Brasil até aos Estados Unidos é apenas uma escala a que já deveríamos estar habituados, mas talvez por nunca antes termos viajado em toda a nossa existência, isto é verdadeiramente desgastante. – desabafou Huilen, cansada.

Entrámos todos em casa e Esme e Alice dedicaram-se a abrir todos os estores, para aumentar o conforto de toda a família e amigos. Alguns tímidos raios de sol penetraram na grande sala, incrustando diamantes no corpo de cada um de nós, fazendo com que aquela sala perdesse toda a sua beleza, comparada com os corpos extremamente brilhantes ali presentes. Renesmee não possuía esta característica, pelo que ficava absolutamente maravilhada connosco, tocando-nos, tentando tirar os diamantes para si. Também eu já tentara fazê-lo, mas depressa cheguei à conclusão de que deveriam ser, com toda a certeza, uma ilusão de óptica, para chamar as nossas supostas presas humanas, obviamente maravilhadas.

Edward, Carlisle e os convidados sentaram-se nos sofás a conversar. Não lhes faria mal nenhum ficar de pé, mas sentavam-se, tal era o hábito de parecerem humanos. Faziam diversas poses normais, pestanejando e respirando pausadamente. Fiquei na cozinha com Alice, depois de ter entregado Nessie a Rosalie, que a levou até ao seu quarto, no segundo andar, para ver qual seriam os melhores acessórios para a sobrinha, durante a festa daquela tarde. Observei a minha irmã durante longos momentos, enquanto esta passarinhava de um lado para o outro, embelezando os ramos de flores das jarras e limpando o pó inexistente em todos os recantos da imaculada divisão.

- Alice. Preciso da tua ajuda. – afirmei, firmemente.

- Sim, Bella. O que quiseres. – respondeu, perscrutando com o olhar toda a sala, certamente à procura de mais um pozinho minúsculo que não encontrou.

- Quais os movimentos que farei durante a tarde, na festa? Sei que passaram já alguns anos desde a minha transformação, mas nos meus poucos anos de existência como vampira, nunca estive num local tão apinhado, durante tanto tempo. Que hei-de fazer? – repliquei, reprimindo um laivo de histeria. A única coisa que não queria naquele momento, era deitar tudo a perder acerca da nossa existência.

- Acalma-te, maninha. Com tanta gente na mesma casa, ninguém reparará muito em ti. – acalmou-me Alice. Senti, de súbito, uma corrente de tranquilidade a perpassar-me o corpo. Jasper estivera a ouvir o meu desabafo. Suspirei. – Tens apenas de falar com todos os teus conhecidos, todos os amigos da tua antiga turma, pestanejar e respirar, naturalmente, e encenar alguns tiques, como cruzar as pernas, mexer no cabelo, retocar o vestido e nunca fiques muito quieta. Já te dissemos isto milhares de vezes, e tu consegues fazê-lo. Parece apenas que não confias em ti. – ensinou, enfadada.

A minha melhor amiga tinha razão. Já fizera tudo aquilo imensas vezes, sempre bem, parecia realmente que não confiava em mim.

- Obrigada, Alice. – suspirei mais uma vez, beijei-a na face e abracei-a, retirando-me da sala logo de seguida.

Quando cheguei à sala, só se encontrava lá Edward, sentado no sofá, aparentemente abstraído de tudo à sua volta. Corri para o seu colo, beijando-o na testa fria.

- Que se passa? – perguntei, preocupada. Edward já não se preocupava em enganar-me, escondendo as suas preocupações ou mágoas. Eu conhecia-o tão bem que, assim que olhava para o meu marido, sabia quais os sentimentos que lhe iam na alma.

- É só que, enquanto falávamos com os amazonas, Alice teve uma visão em que nós desaparecíamos. – explicou, com uma ruga de preocupação a formar-se na testa, que me apressei a alisar.

- Mas ela já não deveria estar habituada a isso? Afinal, temos uma filha de uma raça híbrida e um lobisomem a entrar e a sair permanentemente desta casa. – justifiquei-me, desvalorizando o assunto.

- Sim, eu sei. Só que a Alice insiste que esta dor de cabeça que teve aquando do nosso desaparecimento é muito mais forte que as dores de cabeça anteriores, quando o nosso futuro interfere com o de Jacob.

- Bem, isso é um problema muito maior. Mas que tal se tratássemos disso amanhã? Não queria estragar a festa de Mike...

- Claro que sim, Bella. Nem era minha ideia ficar a remoer o assunto, pelo menos por agora. Fiquei apenas intrigado. De qualquer maneira, ela também prevê que o nosso futuro fique completamente imprevisível dentro de alguns meses. – acalmou-me Edward, abraçando-me. – Agora, que tal se nos fôssemos aperaltar para tão elegante evento na história da cidade? – perguntou com um formalismo trocista na voz.

- Vamos lá! – exclamei, pegando-lhe na mão.

Fomos chamar Renesmee, que brincava com o cabelo que Jacob deixara crescer. Em seguida, corremos até à casa de campo e vestimo-nos rapidamente. Maquilhei a minha filha de acordo com as instruções minuciosas de Alice e Rosalie e ela maquilhou-me a mim, sem precisar de instruções, visto que tinha um interesse tremendo em revistas de moda. Em meia hora, estávamos os três prontos. Dirigimo-nos à casa branca, onde o resto dos meus irmãos já nos esperava, igualmente formais e magníficos.

Rosalie ofereceu o carro para o evento, pelo que nos enfiámos todos no maravilhoso descapotável vermelho e partimos a grande velocidade para o largo a cinco quarteirões do liceu de Forks, onde se situava a pequena vivenda dos Newton, com um Ford antigo e um Citroen já meu conhecido, que pertencia a Jessica, estacionados em frente. Não tínhamos sido os primeiros a chegar. Eric e Katie acenavam-nos, sentados nos bancos da frente do seu Volkswagen verde-vinho. Acenei-lhes, bem-humorada, e apressei-me a sair do carro, um pouco envergonhada com a diferença entre o nosso descapotável e a sua carrinha, que, apesar de robusta, parecia agora um pedaço de sucata, uma mácula, perto da “bomba” de Rose.

- Também vieram?! – não era exactamente uma pergunta. O casal parecia deveras admirado com a nossa presença.

- Claro, nunca deixaria o Mike ficar mal! – disse, fingindo-me ofendida.

A minha filha tocou-me discretamente na mão que não estava em redor de Edward, mostrando-me uma imagem dela a brincar com os dois gémeos falsos envergonhados, que se escondiam atrás da esbelta figura da minha velha amiga Katie. Assenti, aliviada por a minha filha se dar tão bem com todas as crianças de Forks. Ela correu para eles, ainda um pouco tímida. Ficaram a olhar uns para os outros e depois, passado uns segundos algo constrangedores, Nessie tomou a iniciativa e beijou os dois irmãos nas faces coradas.

- Vamos entrar? Está a fazer um pouco frio para as crianças. – replicou Katie num tom maternal, o que me deixou de boca aberta, visto que, no nosso grupo do liceu, Katie era talvez a mais despreocupada de todos, não pensando no que fazia, o que resultava em muitos problemas por causa da sua precipitação.

- Claro. – respondeu Edward, puxando-me para si e beijando-me o cabelo, subitamente tenso, com uma atitude um pouco possessiva. Aquilo era sinal que não gostara dos pensamentos de algum dos nossos companheiros. Também o apertei e apoiei-me nas pontas dos pés para o beijar rapidamente nos lábios, com um sorriso de descontracção. Só depois reparara que a única palavra proferida pelo meu marido tinha paralisado Katie, que nunca o tinha ouvido a empregar os seus deslumbramentos. Eric apressou-se a dar-lhe uma pancadinha amigável no fundo das costas para a acordar.

Quando estávamos prestes a bater, Jason Newton abriu a porta, gritando:

- Já chegaram alguns convidados, mãe!

- Vou já, Jay!

Escassos segundos depois, uma jovem conhecida irrompeu pela sala de estar com um sorriso acolhedor:

- Bella! Katie! Olá, malta! Meninos, entrem, que lá fora faz frio.

Despi o casaco e ajudei a minha filha a fazer o mesmo. Um latir agudo sobressaltou-me:

- Cala-te, Sheila. Desculpem-me a nossa cadela. Quando vê muita gente fica um pouco atarantada. Olá, Emmett, Jasper, Rosalie e Alice! Acertei? – cumprimentou Jess, timidamente, com um rápido olhar na minha direcção.

- Sim, acertaste em cheio, Jessica. – respondeu Alice alegremente, com a sua linda voz de soprano. – Temos aqui os presentes para o Mike.

- Não era preciso nada. Abrem-se depois. – resmungou a anfitriã, pegando em todos os casacos e arrumando-os numa pequena divisão que parecia uma despensa. – Vou guardar aqui todos os casacos, para que Mike não desconfie que cá está muita gente. Edward, Eric, podem ir estacionar os vossos carros noutro local, mais escondido? Só para que o meu marido não dê conta...

- Vais lá tu, Rose? – pediu Edward, lançando um olhar flamejante na direcção de Eric York, que olhava para mim com uma expressão de enleve no rosto asiático.

- Claro, maninho. – afirmou Rosalie, respondendo ao pedido do irmão, mas também ao olhar intencional deste. – Vens, Eric?

- S-sim, v-vou já. – gaguejou o meu amigo, com a confusão estampada no rosto.

- Não te percas, Rose. – pediu Emmett, abafando uma das suas estrondosas gargalhadas.

Ficámos a vê-los a dirigirem-se à entrada, enquanto Katie lançava olhares perturbados a Emmett e a Edward.

- Jason, leva a Nessie, o Anthony e a Claire para o teu quarto, para brincarem um pouco antes do pai chegar – recomendou Jessica, com a voz impregnada de amor.

- Sim, mãe. Vamos. – chamou todas as crianças da sala e juntas correram escadas acima.

- Acho... acho que estou a ouvir um carro. – arquejou Katie, quando o seu olhar se cruzou com o de Edward, apressando-se a desviá-lo.

Jessica acenou e foi abrir a porta, para que Ben Cheney entrasse com uma menina de aproximadamente dois anos ao colo, seguido de Angela, que trazia outras duas pela mão, com aproximadamente cinco e dez anos, respectivamente.

- Boa noite a todos – cumprimentou Ben educadamente, erguendo os olhos arregalados para a minha família. Fiquei admirada com a barba que crescia avidamente na face do meu amigo, que antes me parecia tão pequenino, mas que devia ter crescido uns bons três centímetros, chegando já ao rosto de Angela sem ter de se esticar.

Acenámos todos ao mesmo tempo. Apesar do sobressalto estampado na cara do marido, Angela avançou em direcção a mim, a passos largos.

- Bella! É tão bom ver-te! – exclamou, beijando-me nas duas faces.

Dirigiu-se de seguida a Edward, apertando-lhe firmemente a mão e virou-se para Alice, abraçando-a alegremente.

- Ouçam, o Mike está a chegar. – declarou Ben, cinco minutos depois de Tyler ter chegado, informando os convidados de que Lauren, com quem se dava muito bem, estava com o namorado a viver na California, e não pudera vir.

- Escondam-se todos! – ordenou Jessica num gritinho agudo e excitado. – Bella, podes ir lá acima chamar os pequenos ao quarto?

- Claro, Jess. Vens, Edward?

- Vamos. – confirmou o meu marido, envolvendo-me a cintura com o braço. Subimos as escadas calmamente e fomos ao quarto de Jason, onde estava a nossa flha, a brincar com Claire York, com Samantha Cheney, a menina de dois anos e a sua irmã, Marianne Cheney e ainda a criança de dez anos, que, vim a saber, era sobrinha de Angela e chamava-se Camilla Weber.

- Malta, tudo para baixo. O aniversariante está a chegar. – ordenou Edward, com a sua voz de veludo em acção.

Descemos as escadas atrás de todas aquelas crianças, que galgavam os degraus com uma excitação perante a sua primeira festa com os amigos da escola.

Ficámos todos em redor da porta de entrada e, quando Mike abriu a porta, gritámos em coro:

- Surpresa! Feliz aniversário, Mike!

Ele sorriu-nos, espantado, e correu a abraçar a mulher, com um sorriso resplandecente no rosto, e pegou o filho ao colo.

- Obrigado, amigos! Estou muito contente por terem vindo! – exclamou, extremamente feliz.

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