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Domingo, 17 de Abril de 2011
Fanfic - Capitulo 6 - 1ª Parte - "Nevoeiro"

Proposta

 

 

Ouvimos um grito agudo e feliz nosso conhecido a cerca de um quilómetro de distância. Edward sorriu-me, soltou-me finalmente da prisão dos seus braços, para que me levantasse, pegou-me na mão com delicadeza e começámos a correr, sem pressas, em direcção àquele som tão maravilhoso. Podíamos reconhecer os latidos contentes e divertidos de Jacob e ainda algumas risadas discretas e exclamações contidas de Jasper. Estavam a caçar. Eu e o meu marido caçáramos à cerca de uma semana, por isso não tínhamos nenhuma sede avassaladora. Mas a minha intenção era acompanhá-los naquela alegre expedição de caça.

Quando chegámos a uma pequena clareira de árvores robstas, verdes e desconhecidas, Renesmee virou bruscamente a cabeça na nossa direcção, desconfiada, mas logo um largo sorriso lhe iluminou a face gloriosa. Fiquei boquiaberta, tentando engolir em seco. As feições da minha filha tinham mudado, nas poucas horas em que estivéramos separadas, desde o meio-dia até ao crepúsculo. As suas bochechas redondas tinham-se tornado um pouco ovais, os seus espessos caracóis de bronze quase lhe chegavam aos tornozelos, em cachos brilhantes de seda. Quando se ergueu para vir ter connosco, reparei nas suas ancas, um pouco mais largas e na sua expressão, mais decidida e adulta. A minha filha aparentava ter onze anos, se não mais. Lá consegui engolir, retirando o escudo da cabeça para que Edward me mostrasse que concordava comigo, ou me dissesse que tudo aquilo era uma alucinação. Um imperceptível aceno de cabeça alertou-me. Mas... talvez nós reparássemos em tudo aquilo porque tínhamos sentidos aguçados. Talvez os humanos não se apercebessem. Tentei focar-me nesta ideia

 

- Mãe! Pai! – exclamou ela, saltando para os braços de Edward e estendendo-se para me tocar no cabelo, numa carícia. – Estava a ver que nunca mais chegavam!

- Sim, também acho. O que é que andaram a fazer? – perguntou Jake, com uma gargalhada trocista. Ri-me.

- Andam à caça? – perguntei, fingindo interesse e apertando mais a mão de Edward.

- Sim, a Nessie já estava com saudades do sangue animal... – falou Jasper, com um sorriso.

- ...Estava farta de sangue doado! – interrompeu Ness, a rir. Olhei para Edward prolongadamente, para que fosse ele a começar.

- Hum... Ness? – principiou ele, cauteloso.

- Sim, pai? – disse a nossa filha, com um ar interrogativo, virando-se para mim.

- Bem, filha, eu e a tua mãe tivemos uma ideia... Diz-nos o que achas dela, depois de ouvires.

Parou, fingindo medo e uma cautela que se revelou desnecessária.

- Mãe? Pai? Que se passa? Jake? – perguntou ela, muito confusa.

- Não me perguntes. Não sei de nada. – disse o meu melhor amigo, já na forma humana, ainda a rir-se.

- Querida, como sei que gostas muito do teu avô Charlie, eu e o teu pai decidimos que, se quiseres, podes ir passar este fim-de-semana com ele. – declarei, com um largo sorriso a iluminar-me o rosto.

- É melhor dizer-lhe tudo, Bella. – aconselhou Edward, com a sua voz de veludo subitamente misteriosa.

- Certo. Bem, Nessie, nós queremos ver se os olhos humanos reparam no teu crescimento veloz. Então, que dizes?

- A sério? – guinchou ela, com a boca a formar um O perfeito de espanto e incredulidade. – Oh, eu adoraria! Obrigada, obrigada, obrigada! – abraçou-se ao pai e puxou-me para aquele triângulo feliz.

Edward beijou a nossa filha na testa e, a seguir, segredou:

- Disseste que ia resultar. Conhece-la melhor que ninguém. Agora sim, não há ninguém mais feliz que eu.

- Sabes que há sempre uma excepção. – recordei, sorrindo, e beijei-o levemente, recordando os nossos beijos, enquanto eu ainda era humana.

- Hum, hum. – pigarreou Jacob, fazendo Jasper soltar uma gargalhada. – Eu e o Jasper vamos caçar. Vens, Ness?

- Claro. Vocês não vêem?

- Eu tenho de ir fazer as tuas malas, Renesmee. – informei, sem conseguir tirar o sorriso teimoso dos lábios.

- E eu vou ajudar a tua mãe. – disse Edward, pondo um braço em volta da minha cintura e percorrendo-me as costas, por baixo da camisola de algodão, com os dedos brancos, provocando-me um calafrio.

Eles despediram-se, correndo em direcção a umas batidas de coração rápidas e húmidas próximas dali.

Quando os perdi de vista, murmurei:

- Vamos?

Não obtive uma resposta. Edward desatou numa corrida desenfreada até à casa de campo, puxando-me. Dei uma gargalhada e parei. Assim que ele reparou que deixara de segurar a minha mão e que eu ficara para trás, parou bruscamente a corrida e voltou para o meu lado.

- Que se passa? – perguntou. Pus-me atrás de si e trepei agilmente para as suas costas.

- Importas-te? – perguntei, enquanto prendia os braços no seu pescoço e inclinava a cabeça de modo a que os meus olhos ficassem ao nível dos seus. – É que já há muito tempo que não passo por esta experiência humana.

Ele riu-se.

- Claro, Sra. Cullen. Qual é o destino?

- A nossa casa de campo, por favor. – retorqui, rindo também.

Edward começou a correr a uma velocidade assombrosa, para que o vento nos batesse no rosto e víssemos à nossa volta uma imensa paleta de cores de vários tons de verde. Encostei-lhe os lábios ao pescoço, sorrindo.

- Não me distraias. Podemos bater contra uma árvore ou duas e a Esme não ia gostar nada quando soubesse que lhe andávamos a devastar a floresta. – disse, tentando parecer sério, mas rindo por entre dentes.

Depressa chegámos a casa. Com a ajuda de Edward enchi uma mala cor-de-rosa, de pêlo, com diversas roupas da minha filha. Renesmee vestia-se muito bem, com roupas das melhores marcas e com conjuntos que combinavam perfeitamente. A mala tinha sido um presente de aniversário de Renée, que enviara também uma carta a pedir que a fôssemos visitar a Jacksonville. Tentei a afastar estes pensamentos da minha mente. Estava totalmente certa de que eu e a minha filha tínhamos um autocontrolo excepcional, mas já não tinha tanta certeza se a minha mãe aguentaria saber algo sobre as nossas vidas sobrenaturais.

- Bella? Estás bem? – perguntou Edward, preocupado.

- Eu? Sim, claro, porquê?

- Bem, é que estás a apertar tanto a maçaneta do armário que...

Larguei imediatamente a maçaneta da porta do armário do quarto da minha filha, que se encontrava agora ligeiramente deformada, com os contornos dos meus dedos salientes.

- Ups! – exclamei. – Parece que estou um pouco nervosa.

- Não fiques assim. Vai correr tudo bem. – murmurou Edward ao meu ouvido, relaxando-me os ombros. – Queres vir tratar das nossas árvores? Já estão um pouco carentes.

Beijou-me na testa, pegou na mala e colocou-a atrás da porta do quarto. Pegou-me na mão e conduziu-me suavemente até às traseiras da nossa casa, para pormos mãos ao trabalho.

Tratei primeiro da minha árvore , que tinha crescido já alguns centímetros, ultrapassando já a marca dos 10 centímetros de altura. Retirei todas as ervinhas que tinham nascido na terra em volta da árvore.

O abeto de Edward continuava a crescer, lentamente, mas ia aquirindo uma beleza límpida e harmoniosa. Agora percebia porque Edward gostava tanto de ver este tipo de árvore crescer. Encontrava-se de um tom de verde alface, uma cor alegre, mas algo misteriosa.

A árvore de Renesmee estava um pouco enfezada, mas o seu aspecto melhorara com o fertilizante que lhe aplicava semanalmente. Eram uns bons progressos. Não podia deixar aquela pequena árvore morrer. A minha filha ficaria destroçada. Antes da sua incómoda doença, ela passava longas horas a admirar a sua arvorezinha bonita, como lhe chamava, de todos os prismas de visão possíveis e imaginários.

Passado cerca de uma hora, quando terminei aquele trabalho, reparei que Edward também já terminara de cortar a relva e observava absorto a paisagem que se estendia à nossa frente. Aproveitei o facto de estar de costas para mim e aparentemente distraído e avancei silenciosamente, tapando-lhe os olhos com as mãos.

- Hum... Quem será? Bella? – questionou sarcasticamente. Retirei-lhe as mãos do rosto, demorando-me nos seus lábios carnudos e, em menos de um segundo, já estávamos frente a frente.

- Onde vamos agora? – perguntei. Realmente não tínhamos muito mais para fazer. A luz do sol começava a extinguir-se por entre a floresta à nossa frente.

- E que tal se fôssemos saudar Carlisle e os outros no regresso a casa? – sugeriu, com um sorriso.

Não precisou de uma resposta. Com as mãos dadas, começámos a correr. Já conseguíamos ouvir algumas vozes dentro de casa. Carlisle e Esme tinham acabado de chegar e Emmett e Rosalie só chegavam no dia seguinte. Acelerámos, para entrar em casa primeiro que eles, pelas traseiras, para lhes darmos as boas-vindas. Sentámo-nos rapidamente e, passado um minuto, a porta abriu-se e Esme e Carlisle entraram, bem-dispostos e com os olhos de um dourado luminoso.

- Bem-vindos a casa! – exclamou Edward, com um largo sorriso. Sorri também. Esme pareceu espantada por ver um sorriso nos nosso rostos habitualmente amargurados.

- Obrigado. Como está a Nessie? – perguntou Carlisle.

- Está muito bem. Neste momento está a caçar com o Jasper e o Jacob... – expliquei.

- ...Na verdade, já não está a caçar. Chega daqui a três minutos e cinquenta e quatro. – interrompeu Alice, sorrindo.

- Obrigada, Alice, mas gostava de poder explicar ao Carlisle como está a minha filha. – agradeci sarcasticamente, fazendo-lhe uma careta. – Carlisle, eu e Edward dissemos a Renesmee que, se quisesse, poderia passar o fim-de-semana com Charlie. Queremos ver se os olhos humanos distinguem o crescimento rápido dela. Que acha?

- Acho que foi muito boa ideia. – retorquiu, olhando orgulhoso para o filho. - Onde está o Nahuel? Ele disse que voltava hoje.

Nahuel tinha abandonado a nossa casa por uns tempos, pois tinha de se encontrar com Huilen, na amazónia, para lhe explicar a situação de Nessie e pedir conselhos. Convidara Carlisle para o acompanhar, mas este encontrava-se demasiado preocupado com a neta para a perder de vista. Nahuel dissera que voltaria em breve, dentro de uma semana, no máximo, mas ainda não tinha chegado.

- Alice? Consegues ver...? – perguntou Edward, ansioso.

- Espera. Deixa-me concentrar. – pediu, fechando os olhos suavemente e unindo as palmas das mãos entre as pernas delgadas e perfeitas. – Nahuel chegará dentro de dois dias. Houve um atraso nos voos e por algum motivo que não consigo identificar ele não quis vir a correr. – terminou, com uma gargalhada, perante os nossos olhares de espanto.

- Obrigado, Alice. – agradeceu Carlisle, sorrindo.

Ficámos alguns minutos numa quietude total, até ouvirmos um latido e uma gargalhada estridente. Depois tudo ficou em silêncio, até que se ouviu o barulho de um soco. Jacob estava a brincar com Jasper. Isto tornara-se habitual nos últimos tempos. Jasper convivia bastante com Seth e Jake, porque treinavam novas estratégias de caça e viam os vários pontos estratégicos de um ataque surpresa. Por isso toda a aversão por lobisomens que Jasper possuía desaparecera num piscar de olhos.

Pouco depois a porta abriu-se e entrou Renesmee, que correu para os braços de Esme.

- Avó Esme! – exclamou.

- Querida! Como te sentes? – perguntou Esme, rindo-se e beijando-a nas faces coradas.

- Muito bem! E vou passar uns dias a casa do avô Charlie!

- Sei disso. E tu mereces. Tens-te portado muito bem, minha pequena Nessie! – replicou, beijando na testa com carinho e passando-a para os braços de Carlisle.

- A Esme tem razão, estou muito orgulhoso de ti, minha pequenina! – retorquiu ele, sorrindo-me. – Sais ao teu pai e à tua mãe. Têm os dois uma coragem espantosa.

Edward aproximou-se mais de mim, passando-me os dedos pela nuca e provocando-me um arrepio. Peguei-lhe na mão, sentindo uma corrente eléctrica a percorrer-nos.

- Mais tarde. – afirmei, perante o olhar perplexo da minha família, exceptuando o de Jasper, que abafava uma gargalhada, com ar sabedor. Edward acenou com a cabeça, mas acariciou-me as costas da mão com os seus dedos finos, fazendo com que a intensidade da corrente eléctrica aumentasse exponencialmente.

- Na verdade, passa já das nove horas da noite, e acho que a Nessie está um pouco cansada. – informou Carlisle, com o seu habitual tom de voz formal e quente.

- Sim, Carlisle. Bella, vou levar a Renesmee a casa. Vens? – perguntou Edward, com uma nota de humor nas profundezas do seu olhar de ouro, ao prever a minha resposta.

- Claro. – estendi os braços, para que a minha filha saltasse para lá, aconchegando-se no meu peito duro e peguei na mão de Edward, com cuidado, temendo que a electricidade voltasse. Não tinha a certeza se a conseguiria controlar.

Fomos com calma pelo carreiro que se aprofundara ao longo dos anos, até à nossa casa, com a permanente passagem de pessoas por ali. Nós, vampiros, tínhamos sempre tendência em seguir os cheiros conhecidos e, por isso, seguíamos todos os dias pelo mesmo caminho, sem desvios.

- Estás muito calada. – comentou ele, casualmente. – Posso perguntar-te o que estás a pensar? – suspirou. Ainda lhe era um pouco difícil compreender-me, mas ele insistia que era esse o meu principal encanto.

- Estava apenas a pensar em nós... – declarei, escondendo um sorriso nos meus longos cabelos castanhos. – E naquele primeiro olhar que me lançaste, no meu primeiro dia de aulas em Forks. – sabia que Edward se mostrava tremendamente arrependido por ter sido tão hostil nos primeiros tempos e podia prever a sua recção, por isso, beijei-lhe a mão, timidamente.

Suspirou e deixámo-nos ficar em silêncio durante algum tempo, interrompido por um outro suspiro seu, desta vez intencional.

- Que se passa? – perguntei, de sobrolho franzido.

- Achas que foi boa ideia termos deixado a Ness com o Charlie? Não que não confie nele, mas achas que ela se dará bem? – perguntou a medo, vendo o meu rosto a enrugar-se cada vez mais.

- Confio nela. Saberá cuidar tão bem do meu pai como se fosse eu que vivesse ali. É claro que nos dois dias em que lá estará, não poderá empregar os seus dotes culinários. O Charlie ia achar deveras estranho. – suspirei, compondo a expressão. Como sempre, Edward tocara no meu ponto fraco. Era verdade que eu sentia alguma ansiedade relativamente à visita da minha filha ao meu pai, que se aproximava a passos largos. Mas não daria parte de fraca. – Não que ele não aguentasse. Tenho a certeza que sim. Mas mesmo assim seria um pouco alarmante...

- Não fiques assim. – não reparara, mas o nível de histeria na minha voz, à medida que falava, aumentara significativamente. Edward estava a confortar-me, como sempre. Ele conhecia-me tão bem como eu a ele. Nada lhe passava. – Ela vai dar-se bem. Dá-se sempre. – parámos. Edward virou-se de frente para mim, com um olhar muito sério, mas com um ponto de ternura e compreensão no fundo do olhar dourado-escuro. Pegou-me na outra mão, deixando que eu segurasse a nossa filha com os braços apenas. Beijou cada um dos meus dedos, que tremiam, tanto de ansiedade em relação à minha filha, como de desejo e expectativa em relação à noite que nos esperava, de seguida, beijou a minha testa. – Vamos. – puxou-me suavemente e começámos a correr ao lado da brisa suave que fazia abanar as folhas das árvores.

Em apenas alguns minutos, a modesta casa de campo já aparecia no horizonte e num ápice a alcançámos. Entrámos rapidamente, dirigindo-nos ao quarto de Nessie, que já dormia profundamente nos meus braços. Edward afastou os lençóis que cobriam a cama alinhadamente e eu depositei a nossa filha com a cabeça delicada na almofada de penas, beijando-a na testa. Como era normal, toquei-lhe na mãozinha cerrada num punho para me certificar que dormia tranquilamente. Sobressaltei-me, puxando a mão de Edward, para que a pousasse também sobre a de Renesmee



publicado por Joana às 21:04
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