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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

08
Mai11

Fanfic - Capitulo 9 - 1ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
 

Adaptação

 

 

 

Saímos do quarto de mãos dadas, e fomos ao encontro do resto da família.

- Mãe! Pai! – chamou Ness, do andar de cima. – Venham cá! Quero
mostrar-vos o meu quarto!

Corremos para as águas-furtadas e batemos à porta do único quarto. A nossa
filha abriu-nos a porta e fiquei admirada com a decoração criativa
e muito pessoal do seu quarto.

A sua cama encontrava-se junto a uma janela que cobria toda a parede
Este da casa, para que, logo de manhã, o sol penetrasse na sala. Com
um toque num minúsculo comando que se encontrava preso à parede, a
cama transformou-se num sofá de dois lugares, para onde Renesmee
atirou duas almofadas cor-de-rosa, a condizer com os tons do resto do
quarto. Quadros, posters e outras passagens da vida de Nessie estavam
emolduradas e penduradas numa das paredes, cobrindo-a quase na
totalidade. Uma partitura que já tinha visto sobressaiu por entre
todas as outras. Era a “Princesa de Alabastro”, a melodia que
a minha filha compusera. Tinha de lhe pedir que tocasse para mim.

Um monte de almofadas estava encostado num canto do quarto e no outro
canto encontrava-se uma enorme secretária com um fino computador
portátil lilás e uma cadeira da mesma cor. Por último, todo o
tecto do quarto era coberto por uma infinidade de filamentos que iam
desde o lilás até ao roxo, passando por vários tons de rosa.
Lindo.

 

- Que acham? – perguntou, sorvendo um batido de morango, uma das suas
bebidas humanas favoritas.

- Filha, foste tu que fizeste tudo isto? – perguntou Edward,
completamente embasbacado, sentando-se num dos puffs
que rodeavam uma mesinha de vidro e puxando-me para o seu colo.

- Bem, sim. Quero dizer, com a ajuda da tia Alice, da Esme e da tia
Rose. – declarou, fingindo-se desinteressada. – Oh, não o
adoram?! – explodiu, quase derramando o resto do batido. – Está
lindo! Tudo o que sempre sonhei! Bem, também adorava o quarto da
casa de campo, mas este... É nas águas-furtadas e ainda por cima
tem as cores ao meu gosto e a mobília que quero! Adoro-o!

- Ainda bem, filha. – suspirei, abrindo os braços para que a minha
filha se aninhasse ali como fazia quando era mais pequena.

Ficámos ali os três abraçados a olhar para o tecto durante um tempo
infindável.

- E agora...que fazemos? – rematou Nessie, já a ficar impaciente.

De repente, tive uma ideia.

- Talvez pudéssemos ir conhecer Pleasant Harbor. Podíamos convidar
toda a família, e vinha quem quisesse.

- Acho bem. Ouvi dizer que tem uma marina muito bonita. – retorquiu
Edward, afagando os meus lábios com um sorriso trocista ao ver o meu
corpo a ser percorrido por um arrepio de prazer. – Que achas,
filha?

- Boa! – exclamou, levantando-se de um salto e puxando-nos aos dois.
– Vamos lá! Despachem-se! Já está a ficar tarde!

Edward levantou-se e depois puxou-me, com demasiada força, para que fosse
contra si.

- Ups... – murmurou contra o meu cabelo. Ele estava a provocar-me.
Mais tarde, mostrar-lhe-ia o que valia.

Acabámos por ir ver a marina de Pleasant Harbor na companhia de Alice, Jasper,
Rosalie e Esme, já ao pôr-do-sol. Era uma das paisagens mais
bonitas que já tinha visto em toda a minha vida. Algo mágico. No
momento em que admirava o sol a desaparecer gradualmente no
horizonte, acreditei realmente na minha existência, na nossa
existência, os seres míticos. A minha filha também estava
maravilhada, e disse que, quando se sentisse mal, ia aquele penhasco
em poucos minutos pensar na vida. Não a impediria. Era algo que por
vezes também gostava de fazer enquanto humana. Embrenhava-me na
densa floresta de Forks tardes inteiras a pensar no sentido da vida.
Verdadeiramente relaxante, sem dúvida.

Voltámos para casa cerca de duas horas depois, todos num estado meio
hipnótico. À medida que os minutos iam passando, os ténues
diamantes incrustados na nossa pele iam desaparecendo. A viagem até
a casa, a correr, demorou menos de dez minutos, o que era bom,
significava que, de carro, demoraríamos cerca de quinze minutos a
percorrer a distância do centro até casa.

- Como estás? – perguntou levemente Esme a Nessie, acabando com o
silêncio maravilhado que se impunha à nossa volta.

- Hum... Bem. – comentou ela. – Adorei vir ao penhasco. É lindo.

- Ainda bem que gostaste, Ness. – disse Jazz, dando a mão a Alice.

- E tu, gostaste? – perguntou Edward, novamente provocador, pondo-se
à minha frente para me obrigar a parar mas fazendo um sinal aos
outros para seguirem caminho.

- Sim, gostei. – comentei, tentando fazer um ar indiferente.
Empurrei-o, para que me deixasse passar.

De repente, caí, e ele caiu ao meu lado, rindo-se. Acabei por soltar
também uma gargalhada, rebolando para cima dele e pousando a cabeça
no seu peito.

- Gosto disto. É agradável. Levanta a moral. – suspirei.

- Tens razão. Contagia toda a gente com boa-disposição. –
concordou, beijando-me no cimo da cabeça.

- Oh, então é por isso que tens andado tão provocador? –
perguntei, levantando a cabeça, num tom de desafio.

- Sim. – respondeu simplesmente, com um largo sorriso. – Não
gostas?

- Na verdade, gosto. Adoro. – disse, também com um sorriso de orelha
a orelha. Os nossos lábios fundiram-se e seria muito difícil
termo-nos separado se não tivéssemos ouvido o som de duas patas
peludas a travar bruscamente no terreno. Jake chegara. Fora avisar a
alcateia que viveria connosco em Seattle e dizer-lhes qual a nossa
morada. Uma pancada seca ecoou pela floresta. Passara para o estado
humano. Mais uns passos e estava ao nosso lado.

- Hum, hum. – pigarreou, sorrindo. Levantámo-nos rapidamente e
tentei libertar-me dos braços de Edward, que me apertava com força
contra o seu peito. – Onde está a Nessie? Deu-vos uns momentos a
sós?

- Que piadinha, Jacob. Ela foi para casa com Esme e os outros. Fomos
ver a cidade. O teu quarto já está mobilado e pronto a ser
utilizado. – encenou Edward, dando-lhe uma fraca pancada nas
costas.

- Não vêm? – perguntou, começando a correr a uma velocidade
humana. Acenei, dei a mão a Edward que me soltou finalmente e
seguimos os três até casa.

- Já chegaram? Jake! – exclamou Renesmee, correndo para os braços
de Jacob e dando-lhe um delicado abraço e um sonoro beijo na face.

Os olhos do meu melhor amigo quase lhe saltaram das órbitas, quando foi
apanhado desprevenido ao ver Ness a encaminhar-se para ele a uma
velocidade estonteante. Um sorriso prazenteiro invadiu-lhe o rosto
sem que tivesse oportunidade de o esconder.

- Nessie! – exclamou também, rodando-a nos seus braços. Pousou-a
pouco depois e pareceu-me ver uma pontada de relutância a
envolver-lhe o olhar. Edward rosnou baixinho. Coloquei-lhe uma mão
na face, de maneira a acalmá-lo. – Onde tens andado? Estava com
umas saudades...

- Não me vês desde manhã! Não sejas exagerado! – rematou ela,
dando-lhe um soco no braço e sorrindo. – Vamos. Vem ver o meu
quarto.

Puxou-o em direcção às escadas e desapareceram no andar de cima.

- Acho que a Nessie não se apercebeu ainda do efeito que exerce sobre
o Jake. – opinei, abraçando o meu marido, que se esforçava por
não explodir.

- Eu acho que não. E olha que, neste momento, devo entendê-la melhor
do que tu.

Acenei, coconcordância. 

 

Renesmee

 

Acordei om o sol a penetrar de modo selvagem no quarto e, no início, não
percebi onde estava. Oh, sim, a casa nova. Um sorriso preencheu-me o
rosto corado mas logo desapareceu quando me lembrei que aquele era o
primeiro dia de aulas.

Levantei-me  custo e vesti as minhas melhores roupas. Um top vermelho, sem
alças, com um franzido na barriga e um decote um pouco exagerado e
umas calças justas, pretas, que Alice me comprara há dois dias, mas
que ainda não tinha estreado. Completei o conjunto com umas
sandálias, também pretas, às tirinhas, com muitos brilhantes. Um
pouco de batom e rímel e estava pronta. Desci para apressar Jake,
batendo à porta do seu quarto.

- Estou a ir, Ness. – pareceu-me ouvir o seu coração a bater mais
forte quando pronunciou o meu nome. O meu também batia. Tinha de
perguntar à mãe o que significava aquele friozinho no estômago
sempre que nos olhávamos nos olhos e o voar imperturbável do meu
coração sempre que nos tocávamos. Encostei-me à parede fria e
branca a bater com o pé. Do outro lado da porta, distingui o som da
sua gargalhada gutural e o meu coração derreteu-se quando o
imaginei a vestir-se.

Abanei a cabeça. “Não penses nisso, Renesmee.”

A porta abriu-se e saiu de lá o meu melhor amigo, muito sorridente,
com uns calções de algodão e uma T-shirt justa que lhe realçava
os músculos do abdómen. Engoli em seco.

De repente, a sua expressão alterou-se e o seu sorriso foi substituído
por uma expressão contida e algo petrificada enquanto percorria o
meu corpo com o olhar.

- Que se passa? – perguntei, franzindo o sobrolho. – A minha roupa
não combina? Queres que troque?

- Não, não! – exclamou, quase parecendo horrorizado com tal ideia.
- Estás óptima. Linda, como sempre.

Fechei a boca, que teimava em continuar escancarada com o espanto. Jacob,
com a sua eterna simplicidade, apenas sorriu e arrastou-me até à
cozinha, onde rapidamente tomámos o pequeno-almoço.

 

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