Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Saga Crepusculo Portugal

Blog Saga Crepúsculo Portugal Mail:crepusculoforum@sapo.pt Um blog que vai ao encontro de que as(os) fãs mais desejam. Aqui é o espaço perfeito onde podes saber as novidades sobre toda a emocionante saga CREPÚSCULO... Esperamos por TI AQUI.

Blog Saga Crepúsculo Portugal Mail:crepusculoforum@sapo.pt Um blog que vai ao encontro de que as(os) fãs mais desejam. Aqui é o espaço perfeito onde podes saber as novidades sobre toda a emocionante saga CREPÚSCULO... Esperamos por TI AQUI.

Saga Crepusculo Portugal

14
Mai11

Fanfic - Capitulo 9 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
 

Adaptação

 

 

- Metam-se no carro. Hoje sou eu a levar-vos à escola. – disse a
minha mãe, empurrando-nos em direcção à porta. – Nada de motos.

- Bella! – discordou Jake. – Ir de carro para a escola não tem
estilo nenhum. Se hoje fôssemos de mota, causávamos logo boa
impressão!

- Sim, mãe. Vá lá... – retorqui ansiosamente, esperando poder
passar mais alguns momentos totalmente a sós com Jacob. Sabia tão
bem.

O meu pai lançou-me um olhar furioso, ao perscrutar os meus
pensamentos. Pus-lhe a língua de fora, mas pedi que convencesse a
mãe a deixar-nos ir para a escola de mota.

O meu pai aproximou-se de Bella, pondo-lhe os braços em volta da
cintura e segredando-lhe ao ouvido “Vá lá. Deixa-os ir. Tens a
certeza que queres perder tempo com isso?”

A minha mãe derreteu-se com o toque do marido e mandou-nos ir enquanto
o beijava apaixonadamente. Edward lançou-me um olhar penetrante e
depois envolveu-se no beijo.

Jacob arrastou-me rapidamente até à enfezada moto preta. Acelerou e, em
menos de quinze minutos, já lá estávamos.

À primeira vista, a escola parecia ser um espaço agradável e amplo,
com boas pessoas. Jake conseguiu encaixar a mota entre dois carros de
classe média e seguimos de mãos dadas até ao átrio principal.
Apesar de a sua mão ser escaldante, senti um calafrio percorrer-me o
corpo quando ele pegou na minha.

 

- Olá. Como te chamas? – perguntou uma rapariga que parecia de
origem oriental mas com um ar simpático.

- Renesmee. Mas os amigos chamam-me Nessie ou Ness. E tu?

- Chamo-me Caroline. És de que ano? – apesar de ser extremamente
simpática, era um pouco curiosa demais, mas gostei dela.

- Estou no décimo ano. – contei mentalmente os anos que tinha
avançado e estremeci, horrorizada.

- Eu também. Querem que vos acompanhe até à primeira aula? É de
quê?

- Temos ambos aula de Trigonometria. – respondeu Jacob, falando pela
primeira vez. Parecia aprovar aquela simpática rapariga.

- Venham. – disse ela, começando a caminhar rapidamente.

O ambiente da escola era bastante agradável e ouvia-se um burburinho
constante que me fazia sentir bem. Tranquila. Conduziu-nos por
diversos corredores até uma sala fria, com muitas mesas e cadeiras e
uma secretária, onde estava sentado um professor de aspecto simples,
mas exigente.

- Bom dia, Carol. Fico contente por ter trazido os novos alunos até à
sua primeira aula. – disse ele. – Eu sou Mr. Kendrick, o vosso
professor de Trigonometria. Tenho muito boas referências suas,
Renesmee.

Acenei, sorrindo. Jacob apresentou-se e seguimos os dois, rapidamente, até à
carteira no fundo da sala. Tínhamos quase todas as aulas juntos, à
excepção de História da Arte e Economia.

A aula passou a correr, por um lado porque Trigonometria é uma das
minhas disciplinas preferidas e por outro porque Jacob passou a aula
a mandar umas bocas indirectas sobre como eu estava linda naquele dia
e como aquele top me ficava mesmo muito bem. Quando a campainha
tocou, Jacob pareceu inspirar e expirar profundamente como que a
ganhar força. O cheiro amadeirado do seu hálito tingiu-me os
pensamentos. Depois, senti a sua mão na minha. Deu-me um puxão e
seguimos até ao átrio, onde ficámos a conversar o resto do
intervalo.

As outras lições da manhã também passaram a correr e depressa chegou
a hora do almoço. Sentámo-nos numa mesa ao fundo da cantina, sem
dar nas vistas. Estávamos a comer silenciosamente umas horrorosas
fatias de pizza que me esforçava por engolir quando fomos
espalhafatosamente interpelados.

- És tu o novo aluno? – perguntou uma rapariga loura, dirigindo-se
apenas a Jake e virando-me costas. Cerrei os dentes. – Chamo-me
Theresa.

- Somos os novos alunos. Sim. – respondeu Jacob, puxando-me num abraço e
beijando-me no cimo da cabeça, como que a indicar que pertencíamos
um ao outro.

- Hum... Que aulas têm à tarde?

- Genética e Inglês. – respondi friamente, virando-me para a minha
fatia de pizza e mordiscando-a.

- Ah, também tenho Genética ao primeiro tempo. Querem companhia?

- Não, obrigado. – respondeu Jacob, erguendo o queixo numa atitude
um tanto arrogante.

- Tudo bem, vemo-nos por aí. – despediu-se Theresa, virando-se,
visivelmente desiludida. Tinha ali uma concorrente, sabia disso.

Saí devagar da aula de Inglês, agarrada à mão de Jacob. Dirigimos à
mota e ele acelerou até a casa.

- Como correu? – perguntou de imediato a minha mãe, abraçando-me e
lançando um olhar recriminador a Jake.

- Correu bem. Conheci uma miúda, Caroline, deveras simpática. –
informei. – Por outro lado, havia uma, a Theresa... Hum... – a
minha visão turvara-se de vermelho ao pensar no rosto imponente e
delicado da rapariga giríssima que nos falara.

Eu sabia porque é que me sentia assim.

Ciúmes.
Nunca os sentira antes. Jacob era só meu. Eu era a única que o
podia abraçar, beijar e dar as mãos. Era a única que podia gostar
dele. Amá-lo. E já o amava.

Eu queria que fosse assim. Mas não tinha necessariamente de o ser.

 

Bella

 

Renesmee seguiu até ao interior da casa, irritada, arrastando Jacob atrás de
si.

O que se teria passado? Resolvi perguntar a Edward, que me agarrava a
cintura, alisando a ruga de preocupação que se formara no meu
rosto.

- O que foi? Que tinha a Renesmee? – inquiri, beijando-o no queixo.

- Ciúmes. – respondeu simplesmente. E contou-me tudo o que se tinha
passado na escola, com a tal Theresa.

- Ela gosta do Jake. – esta frase saiu-me num tom monótono, sem eu o
permitir. – E o Jake, gosta dela?

Não devia ter feito tal pergunta. Já sabia a resposta.

- O Jacob ama-a desde que nasceu. O amor que nutre pela nossa filha
está a mudar... Agora, já não é só algo fraterno, é paixão.
Tudo nela o incita a continuar, a avançar na relação...

- E ele, quer avançar? – perguntei rapidamente, dispensando os
detalhes.

- Tem medo. Medo da rejeição... Não sabe o que ela sente por ele. Já
por duas vezes me pediu que lho dissesse. Mas acho que deve ser a
Nessie a dizer-lhe. É algo entre eles.

Engoli em seco. Tinha-me preparado para aquilo há muito tempo. Só não
esperava que tivesse de o enfrentar tão cedo.

- Achas que... achas que deva falar com ela? – perguntei, a medo.

- Penso que sim. És quem a compreende melhor. E vais sair-te bem. Sais
sempre. – disse, com uma gargalhada baixa. Beijou-me e,
soltando-me, segredou – Boa sorte.

- Vou precisar. – segredei também, e segui em direcção ao seu
quarto.

Estava a passar pela sala, em direcção às escadas, quando Rosalie me
chamou.

- Hum, Bella? – disse. – Pareceu-me ouvir que estavas a dizer ao
Edward que tinhas de falar com a Ness sobre...namorados?

- Sim. – respondi apenas a mexer os lábios, de modo débil. Não
queria que Rose se oferecesse para fazer isto. Era eu a mãe de
Renesmee, era eu que tinha de o fazer. Mas se Rosalie me pedisse, não
tinha como lhe dizer que não.

- Bem, tem cuidado. Já todos reparámos que o Jacob... Tu sabes. –
rematou, com uma careta. – E penso que a Ness sente qualquer coisa,
não sei bem... O que achas?

- Rose, também acho que sim. Acho mesmo. É por isso que quero falar
com ela. Vive numa casa onde também habitam quatro casais. Só lhe
quero dar algumas dicas e informá-la que ela e o Jake são de duas
espécies bem diferentes. Tem de haver um cuidado especial e tudo
isso... – a minha voz ia-se desvanecendo à medida que o pânico ia
tomando conta de mim. Ao exprimir todos os perigos em voz alta,
pareciam bem piores do que quando os pensava.

- Não fiques assim. Vai correr tudo bem. – disse ela, apercebendo-se
do meu deslize e abraçando-me. – Ela é uma menina responsável.

- Não acho que seja esse o meu medo. – suspirei, libertando-me do
seu abraço com delicadeza e seguindo na direcção do quarto da
minha filha.

Preparava-me para subir a correr os quatro degraus que davam para as
águas-furtadas quando fui interrompida por Jacob, que me olhava de
sobrolho franzido.

- Que se passa? – perguntou, encostando-me à parede num acto
intimidador.

- Nada. – respondi simplesmente, sorrindo. – Podes soltar-me?

- Para já, ainda não. Não, até me dizeres o que vais falar com
Renesmee.

- Bem, não é da tua conta. É uma conversa de mulheres. –
resmunguei. “Quem me dera que não fosse. Quem me dera que fosse o
Edward a tratar disto.”

Empurrei-o levemente e subi, vagarosamente, as escadas.

Bati à porta.

- Posso entrar? – perguntei, a medo. Respirei fundo.

- Claro, mãe. – assentiu, enquanto eu abria a porta. - Queres
dizer-me alguma coisa?

- Bem, acho que sim. – murmurei. Sentei-me na sua cama e respirei,
tentando acalmar-me. – Senta-te aqui, Nessie. Precisamos de
conversar.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Fórum Saga Crepúsculo Portugal

Blog Saga Crepúsculo Portugal Mail: crepusculoforum@sapo.pt
Um blog que vai ao encontro do que as (os) Fãs desejam mais. Aqui é o Espaço Perfeito onde podes saber novidades sobre esta emocionante saga que está a mudar o Mundo, a SAGA CREPUSCULO ... Esperamos por ti AQUI .

Arquivo

  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2011
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2010
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2009
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D