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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

16
Mai11

Fanfic - Capitulo 10 - 1ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
 

Declaração

 

 

- Passa-se alguma coisa, mãe? Que aconteceu? – perguntou ela, logo
em pânico.

- Hum, bem... Filha, acho que é melhor ir direita ao assunto. –
declarei.

- Mãe, estás a preocupar-me! – exclamou. – Fala.

Peguei-lhe nas mãos de alabastro e respirei fundo.

- Renesmee, o que sentes em relação ao Jacob? – disse, de um só
fôlego.

- Hum? – respondeu ela, num tom monótono.

Permanecemos em silêncio durante algum tempo, olhos nos olhos. Depois, ela corou
e começou a falar, de lágrimas nos olhos.

- Oh, mamã! Eu sinto algo...não sei o quê! Um friozinho no estômago
sempre que ele me toca e o meu coração chega-me aos pés sempre que
ele me olha com aquele olhar... Como se chama isso, mamã? Tu sabes?
Diz-me!

- Minha querida Nessie, isso é amor. – declarei, sentindo-me
orgulhosa por ter sido eu a ouvir aquele desabafo.

Com tanta gente a viver ali e a apoiar R enesmee, às vezes tinha dúvidas
se seria a mim que a minha filha contaria os pormenores da sua vida.
Dava-se tão bem com Alice, com Rose e até com Esme...

- Amor? Mas mãe... eu sou tão nova! – exclamou – Tenho apenas
quatro anos... No entanto, sinto que quero passar o resto da minha
vida com ele...

- Podes ter só quatro anos de idade...mas a tua forma de ver as coisas
e de pensar, a tua maturidade... Corresponde à de um adulto... Se te
sentes feliz com ele, vai em frente! – aconselhei – E sabes que
mais? Vou contar-te um segredo. – puxei-a para mais perto de mim e
murmurei – ele também gosta de ti.

Ela olhou-me, e pude ver a mais pura alegria estampada no seu rosto
perfeito.

 

- Tu...achas isso? – perguntou, a medo, como se estivesse a viver um
sonho e não quisesse acordar.

- Não acho, tenho a certeza. – afirmei, certa do que dizia – mas
porque não és tu a perguntar-lhe?

Renesmee abraçou-me, limpando duas lágrimas solitárias que escorriam
suavemente dos seus olhos castanhos.

- Obrigada, mamã, obrigada. – pareceu estar a concentrar-se
profundamente, fechando os olhos. Depois, Edward apareceu à porta,
sorrindo.

- Oh, papá! Vem cá! Eu adoro-vos! – exclamou ela, abraçando-o
também.

Ficámos nesta posição durante muito tempo, até que eu disse:

- E agora, o que vais fazer?

- Agora, vou falar com o meu Jacob. – disse ela, decidida.
Tinha orgulho na minha filha.

 

Renesmee

 

Levantei-me da cama, deixando os meus pais ali sentados, ainda a abraçarem-se.
Abandonei o quarto e desci as escadas, determinada.

A minha determinação evaporou-se assim que cheguei à porta do quarto
de Jake. A mãe estaria certa? Ele gostaria mesmo de mim? Engoli em
seco e bati à porta.

Um Jacob sorridente apareceu, enrugando os olhos negros com alegria.
Depois, dois sentimentos diferentes lhe passaram pelos olhos sem
fundo. O primeiro, de preocupação, ao ver-me engolir em seco e o
segundo, de prazer, ao mirar o decote em V do meu pijama.

- Entra. – convidou, puxando-me para dentro. Um odor amadeirado
percorreu-me o corpo, aniquilando a minha ansiedade. Sentei-me na
cama.

- Hum, Jake?

- Sim? – franziu o sobrolho de preocupação.

- Achas que...achas que podemos formar um grupo na disciplina de
Projecto Ambiental? – acabei por perguntar algo completamente
diferente do que tinha em mente.

- Claro que sim. Porque perguntas?

- Não sei. Era para ter a certeza. – suspirei, entristecida.

- Não querias perguntar-me mais nada? – ele conhecia-me demasiado
bem. Não tinha por onde escapar. Mas naquele momento não diria mais
nada.

- Não... Porquê? – tentei parecer surpreendida.

- Por nada. Queres vir comigo lá para baixo? – perguntou, pegando-me
na mão.

Levantei-me com um sorriso e fomos até à sala de estar.

- Aha! Aqui estão vocês! – exclamou o tio Em, teatralmente, com uma
gargalhada. – Que andaram a fazer? E onde estão a Bella e o
Edward?

- Não andávamos a fazer nada que seja da tua conta. – disse Jacob, fazendo uma careta amigável.

- Os meus pais estão em algum sítio onde não querem ser incomodados.
– afirmei, tentando parecer severa. Não consegui evitar um sorriso
de esguelha. – Não te interessa.

O tio Emmett levantou-se da poltrona onde estava recostado num milésimo
de segundo e, no segundo seguinte, já me tinha pegado e posto de
cabeça para baixo. Sentia o sangue a subir-me à cabeça.

- Repete o que disseste, Renesmee Cullen, – exclamou ele, com uma voz
trocista e ameaçadora – tudo o que Bella e o meu irmão fazem me
interessa, e é inteiramente da minha conta, certo?

- Não me renderei, malvado Emmett. Não me vences. És um fraco! –
ri-me, excitada. Tentava imitar a voz de uma donzela assustada, mas o
meu rude gorgolejo tirou todo o realismo à cena. Jacob observava a
cena com gargalhadas guturais.

- Não sou um fraco! Rende-te, Renesmee!

Consegui soltar-me, subi para as costas do tio Emmett e declarei:

- Ganhei. – sorri, muito satisfeita.

Ouviu-se a gargalhada baixa do meu pai, vinda do meu quarto, no quarto andar.
Pela milionésima vez, fiquei espantada com a minha óptima audição.

- Qualquer dia, vencer-te-ei! – disse Em, rosnando-me a mim e a
Edward.

- Pois, sim. Estou à espera desse dia desde que nasci. Mas acho que é
melhor sentar-me... – ria-me à socapa, retirando-me para o jardim,
seguida de Jake.

Chegara a altura.

- Jacob...

- Sim, Ness? Que se passa? – respondeu ele, pegando-me nas mãos. Um
arrepio involuntário de prazer alcançou-me os músculos.

- Jake, tenho algo para te dizer. E depois tenho uma pergunta. – ele
assentiu, concentrando-se. Respirei fundo. – Jacob, eu amo-te. –
disse, simplesmente. – E tu, também me amas, Jake?

Passaram-se cem segundos, que contei um a um, até ele me responder. A cada
segundo que passava, sentia-me mais aflita. Tinha estragado tudo.
Toda uma relação de apenas quatro anos, mas que era mais forte que
muitas outras, de muitos anos. Estava arrependida. Sabia que não
deveria ter dito nada. Era, simplesmente, errado.

O seu rosto abriu-se num largo sorriso e respondeu:

- Sim, Nessie, minha Ness, amo-te. – respondeu, com simplicidade.

Aproximámo-nos lentamente, ele pegou no meu rosto com delicadeza e afagou-o com o
nariz e com os lábios. Imensos calafrios de prazer percorriam-me o
corpo. Os nossos lábios juntaram-se, movendo-se em conjunto e em
harmonia. Era tudo o que tinha sonhado. Um primeiro beijo
maravilhoso, delicado e com a pessoa que mais amo na vida. Estava
mais que feliz, era um sentimento indescritível.

A boca de Jacob passou para a minha orelha e os braços envolveram com
firmeza a minha cintura, puxando-me ainda mais para si. Estava
quente, ali. Apesar de escaldante, o seu abraço deixava-me
congelada, era terno e tranquilizador.

- Amo-te. – relembrou, sorrindo.

Para mim, tudo aquilo estava a ser demais. Larguei-o e afastei-me, perante
o seu olhar perplexo. Depois, arremessei o meu corpo contra o seu,
gritando de alegria. Beijei-o nos lábios uma segunda vez, uma
terceira, quarta...

- Também te amo, Jake. – murmurei.

Deixei-me ser invadida pela corrente de felicidade e libertação que tentava
controlar há já muito tempo.

 

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