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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

22
Mai11

Fanfic - Capitulo 11 - 1ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
 

Celebração

 

 

- Como a encontraste? – perguntei, não podendo ignorar a curiosidade
ardente.

- Quando eu e o Carlisle fazíamos uma ronda pelo terreno, para
estarmos preparados para o que eventualmente poderíamos encontrar
por aqui, vi-a. – explicou, beijando-me o pescoço. – Depois, a
Alice teve uma visão em que nós nos beijávamos à porta de casa.
Eu reconheci a habitação e soube que a adorarias.

- Oh, e essa visão já se concretizou? – perguntei novamente,
provocadora.

- Hum, não...

- Então, vai concretizar-se agora mesmo.

Corri para fora de casa, sentando-me na relva verde do jardim acolhedor.
Imediatamente, Edward sentou-se ao meu lado. Peguei-lhe suavemente no
rosto, respirando por cima do seu nariz, tentando não ficar
extasiada.

- Era assim, a visão? – perguntei, roçando os lábios nas suas
pálpebras.

 

- Só falta uma coisa. – disse ele, vacilante.

Beijou-me, primeiro carinhoso e depois, de um modo mais urgente. Aquele beijo
soube-me optimamente, e pela primeira vez reparei que andávamos os
dois um pouco nervosos demais para estar juntos. Estávamos a
separar-nos, aos poucos, e eu não queria nada que isso acontecesse.

Esmaguei os meus lábios contra o seu, e desapareci em direcção ao quarto,
seguida de perto por ele, como uma sombra. Pegou-me antes que pudesse
fazer alguma coisa e afundámo-nos na mais profunda alegria. Agora,
sabia que toda a minha família estava feliz e podia prestar atenção
à minha própria vida.

- Cheira-me a Edward. Eles estão por aqui. – disse Jasper, com um ar
misterioso e urgente.

De início, não percebi.

- Procurem! – exclamou Nessie. – Mãe! Pai!

Não me apetecia responder, mas sabia que era necessário. A minha filha
precisava de mim.

- Estamos a cerca de meio quilómetro de vocês, não se preocupem. Não
queremos ser incomodados. – falou Edward, acariciando a minha face,
algo corada.

Foram-se afastando, soltando alguns risinhos abafados. Deixámo-nos estar ali,
a descontrair e a conversar sobre temas comuns, do dia-a-dia. Há
muito tempo que não me sentia tão plena de espírito como naquele
momento.

Tivemos de ir para casa, pois o sol já começava a despedir-se, lançando
alguns raios que batiam nas paredes da casa com cores alaranjadas e
estranhas, mas muito bonitas. Seguimos, lentamente e de mãos dadas,
até à enorme casa dos Cullen.

- Adivinhem. – pediu Alice, sem conseguir tirar um sorriso
prazenteiro dos lábios. Esperei que Edward lhe auscultasse os
pensamentos, para saber do que estava a falar. Ele olhou para mim,
concentrado.

- Está a pensar noutra coisa. Não consigo saber o que é.

- Oh, fantástico. – exclamei, com ironia.

- Vá lá. Eu digo-vos. – disse ela, com uma careta. – Recebemos um
convite para o casamento do Charlie. É depois de amanhã. Vai
realizar-se na nossa antiga casa, em Forks, e eu vou organizá-lo!
Eu, a Rose e a Esme vamos partir já para Forks, para tratar de tudo.
– naquele momento, ela esboçava um sorriso parvo. Acenei com a
cabeça.

- A Nessie fica? Ou quer ir convosco? – perguntei, tentando não
so rrir. A alegria de Alice era contagiosa.

- Ela quer ficar. Está curiosa com a nova casa que vocês encontraram.
– ouviu-se uma gargalhada trovejante vinda do segundo andar.
Emmett.

Seguimos em silêncio até à sala, onde Esme, Rosalie e Carlisle viam
televisão. À primeira vista pareciam atentos, mas quem tivesse uma
visão apurada, como a minha, notaria que o seu olhar estava além
das paredes daquela casa.

Esme levantou-se assim que nos ouviu a fechar a porta, dizendo:

- Edward, Bella, estava a ver que nunca mais chegavam. Estava à vossa
espera para me despedir. Vamos as três para Forks. – e apontou
para si, para Rose, que se levantava, dando um beijo na face de
Carlisle, e depois para Alice, que nos olhava da janela, impaciente.

- Vão lá. – disse Edward, abraçando a mãe e dando uma palmadinha
no braço de Rose. – Já nos despedimos de Alice.

Fiquei a vê-las partir, a grande velocidade, no extravagante Mercedes
de Carlisle.

- Então, encontraram uma nova casa e não disseram nada? – perguntou
Nessie, desapontada.

- Não vamos viver lá, Ness. A casa serve apenas para passarmos algum
tempo a sós. – disse eu, suavemente, acolhendo-a nos meus braços.
Ainda não me tinha apercebido das proporções que o seu corpo
tomara. – Onde está o Jake?

- Hum... Não sei se posso contar...

- Vá lá. Somos só os teus pais e o teu avô. – murmurei,
beijando-a na cabeça. Carlisle olhou-a com ternura e Edward riu-se
discretamente.

- Bem, ele não se zangará comigo. Afinal, ama-me. - O sorriso de
Edward mudou automaticamente, passando para uma expressão dura e
resignada. Não gostava que o meu marido e a minha filha tivessem
opiniões tão divergentes em relação a algo. Era bastante
desagradável.

O escudo evaporou-se da minha mente por breves segundos, para poder
transmitir a Edward os meus pensamentos.

- E então? – perguntei a Nessie, que se distraíra olhando pela
janela. Estava à procura de algum sinal de lobos. Eu sabia-o. Eu
própria já tivera aquele comportamento, mas em relação a um
vampiro.

- Oh. – suspirou, desviando os olhos castanhos da floresta. – Tudo
bem. Eu conto. O Jacob... ele foi comprar... um anel de compromisso
para nós os dois, que usarei sempre! – explodiu. Os seus olhos
encheram-se de lágrimas cristalinas e logo se virou novamente para a
janela.

Eu já sabia. Alice já o tinha visto, e também vira a parte seguinte,
em que Edward gritava ferozmente. Um forte rugido interrompeu os meus
pensamentos.

- O quê?! Ele não se atreveria a fazê-lo! – exclamou o meu marido,
levantando-se e deitando abaixo a mesa de sala de madeira, que se
encontrava aos nossos pés.

- Pai! – exclamou Nessie, aterrorizada. Nunca tinha visto o pai a
comportar-se daquela maneira. Nem eu. Estremeci, horrorizada.

- Edward! – eu e Carlisle chamámo-lo, quando se preparava para sair
da sala. Provavelmente teria arrancado a porta, se Emmett e Jazz não
tivessem aparecido para o deter.

- Que estás a fazer, meu? És doido? – exclamou Em, encostando-o
violentamente à parede.

- Acalma-te, Edward. – pediu Jasper, focando os seus olhos nos dele.

- Parem! Eu vou matá-lo! – exclamou Edward. Dei graças por Emmett
ser o mais forte da família, já que este estava a segurá-lo com
uma força brutal. Decidi intervir.

- Edward. – chamei, colocando-me à sua frente e olhando-o nos olhos.
Toquei-lhe na face, sabendo que amoleceria ao meu toque. – Por
favor, tem calma. É a nossa filha. Vamos respeitá-la.

Também eu fiquei mais calma, observando o brilho selvagem do seu olhar negro
a desaparecer. Já estava quase.

- Vá lá, pede desculpa à Renesmee. – pedi, aproximando Ness de
Edward, calmamente, enquanto Carlisle explicava rapidamente tudo o
que acontecera para Edward ter ficado naquele estado.

Num segundo, Edward ainda estava contrariado, e no seguinte, um
sentimento de culpa avassalador atravessou-lhe o rosto, como um
punhal cortante. Um enorme soluço ecoou pela sala silenciosa. Nunca
tinha visto Edward chorar. E Nessie muito menos.

- Filha, perdoa-me. – exclamou ele, abraçando Renesmee, que estava
surpreendida e um pouco emocionada. – Eu só tenho medo de te
perder. Aconteceu o mesmo com a tua mãe. Já conheces a história.
Acabei por criar um fosso entre nós por causa de Jacob Black. Pensei
que nunca mais cometeria o mesmo erro, mas acho que estava enganado.
Mais uma vez, desculpa. Nunca me irei perdoar por ter gritado contigo
desta maneira.

- Eu desculpo-te, pai. – disse ela, abraçando-o sentidamente, e
puxando-me também.

- Será que tenho sempre de estragar as relações que tenho com as
pessoas que realmente amo? – perguntou-se a si mesmo, num suspiro
contido. – Primeiro, vou-me embora, abandonando Bella. E agora,
grito com a minha única filha de um modo imperdoável. Não está
certo...

- Edward, pára. – declarei, firmemente. – Não quero nunca
mais ouvir isso, entendido?

O silêncio povoou a sala durante longos momentos.

- Entendido. – disse. Depois, após ter sentado Nessie no lugar,
beijou-me, pedindo-me desculpa por ser assim.

Ficámos em silêncio, com os olhos fixos na televisão, durante um período
de tempo infindável. Começámos a ouvir alguém a subir as escadas
com graciosidade e um cheiro característico a lobo encheu a sala de
estar onde nos encontrávamos.

Nessie saltou do seu lugar, postando-se à frente da porta, e quando se
ouviu o primeiro toque, abriu-a, puxando Jake para dentro, saltando
para o seu colo e beijando-o, apaixonada. Pus um braço à volta da
cintura de Edward, como precaução, quando o ouvi a inspirar e
expirar pesadamente.

- Porque demoraste tanto? - perguntou Ness, enquanto sentava Jacob numa
poltrona, aconchegando-se nos seus braços.

- Bem, eu... – suspirou e, depois, arregalou os olhos de espanto. –
Espera. Contaste-lhes?

- Nessie mordeu o lábio.

- Hum, sim. Só te pedi para não contares por ter medo da reacção
deles. – disse, apontando para nós.

- Nem tu imaginas qual foi a sua reacção, meu. – zombou Em, rindo.
Edward rosnou-lhe. Pelo olhar que todos lançámos ao meu marido,
Jacob ficou logo com uma ideia de qual tinha sido a reacção dele.

- Ness, toma. É para ti, lembras-te? – rematou Jake, com uma voz
suave, sacando de um pequeno embrulho que transportava no bolso dos
jeans.

- Estava a ver que nunca mais mo davas. – exclamou ela, beijando-o na
face e abrindo o saco.

Retirou uma caixinha de cetim parecida com a que continha o meu anel de
casamento e mirou-a, atenta. Abriu-a cuidadosamente e, lá dentro,
encontrava-se uma argola de prata, simples. A princípio, achei
estranho. Depois, Nessie levantou o anel da caixa e dois pingentes
vieram à superfície. Era uma fogueira a tentar derreter um cristal
maciço de gelo. Em volta da argola, permanecia a seguinte inscrição:

 

O amor sempre perdurará.” 

 

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