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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

03
Jun11

Fanfic - Capitulo 12 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana

Em Viagem

 

 

De repente, fiquei imersa em pensamentos, enquanto Edward me beijava a
cara, os lábios, o cabelo e o pescoço, de um modo intenso. Enquanto
humana, todos os cuidados eram poucos, uma simples proximidade
poderia ser fatal e Edward era surpreendentemente rigoroso com essas
regras. Naquele momento, era ele mesmo que me acariciava e
incentivava a continuar.

- Bella? – de repente, já não o sentia, mas sim outra mão, quente,
a roçar-me o braço com alguma repugnância.

- Sim, Sue? – respondi, surpresa com a sua expressão.

- Querida, não acho bonito estares cá dentro com o teu...marido
enquanto o casamento do teu pai decorre. – declarou ela, de modo
evasivo, lançando um olhar fulminante a Edward.

- Estávamos de saída, Sue. – rematou o meu marido, interrompeu-me e
puxando-me para si, quando me preparava para soltar uma rosnadela
gutural. – Aqui, e agora, não.

 

Deixei-me levar. O comportamento de Sue não deixava de ser estúpido, infantil
e insensato, mas não via a razão que ela tinha para agir daquela
maneira. Talvez Edward soubesse. Teria de lhe perguntar.

- Hum, Edward? – sibilei, enquanto nos aproximávamos de Renée e
Nessie, que conversavam animadamente.

- Sim, Bella?

- Porque achas que a Sue age assim? – perguntei friamente, mirando o
me alvo enquanto este abraçava o recente marido.

- Oh, não ligues. Ela odeia-nos, mas é algo que superará. Se não
for a bem, é a mal. Desde que ela continue a tratar-te
com respeito, por mim está tudo bem. – disse, abraçando-me e
olhando-a também.

- Mas porque nos odeia? Foi algo que lhe fizemos? Quero dizer, sei que
os seus filhos são lobisomens e nós somos vampiros – parei. Ainda
me custava pronunciar aquela palavra em voz alta, e agora a minha voz
límpida adquirira um tom urgente e histérico, muito abafado. –
mas todos nos temos dado excelentemente bem. Não vou suportar se sei
que anda a pensar e a dizer mal do Charlie nas suas costas.

- O Billy não o permitiria. São amigos do peito. Não te preocupes,
Bella. É esse o teu problema, preocupas-te demais. – sorri, e
abracei-o fortemente. Enquanto me via aflita ou assustada, Edward não
descansava.

- Bella! Edward! – chamou Renée, levantando a voz rouca e alegre.
Alguns cabelos grisalhos saltaram-lhe para a frente do rosto, e ela,
depois de os analisar tristemente, colocou-os com cuidado atrás da
orelha. – Venham cá! Eu e a vossa filha queremos pedir-vos algo.

Olhei para Edward, expectante. Já deveria saber de que se tratava, Renée
não sabia da sua útil habilidade, por isso não quereria desviar o
rumo dos pensamentos. Ele sorria, por isso presumi que não fosse
nada de mal.

- Mãe, pai, posso ir passar as férias do Natal a Jacksonville, com a
Renée? – pediu Nessie, muito inocente. Quase sufoquei.

- O quê? – perguntei, num grito baixo. Edward colocou-me a mão
atrás das costas, para me acalmar, mas sacudi-a. Pareceu
surpreendido, com medo.

- Vá lá, mamã. Deixa lá. – Renesmee avançou, pegando com a sua
mão na minha, e mostrando-me a sua ideia.

- Bem, só se não forem à praia. Devido à doença de mutação, a
Ness não pode ter nenhuma exposição ao sol, certo, mãe? – sabia
que Renée cumpriria aquelas regras, tudo o que mais queria naquele
momento era agradar a Edward e ao resto da família Cullen, podia
adivinhá-lo.

- Eu também vou, se não se importarem, claro. – pediu Jake, pegando
em Nessie pela cintura e beijando-a levemente nos lábios. Renée
ficou um pouco surpreendida.

- Hum, penso que não há nenhum problema, Jacob. – disse, virando-se
para Phil, que passeava Heather pelo jardim.

- Onde andaste, Jake? – perguntou Nessie, desviando o olhar do fundo
dos meus olhos caramelo.

- Não, não, minha menina. Espera aí. Quem te deu autorização para
ires a Jacksonville no Natal? – interrompi, tentando não rir.

- Mãe, sabes como adoro o sol, o calor, e o cheiro da maresia... Por
isso pensei...

- Pensaste que poderias deixar-me sem nada dizeres, não foi isso? –
disse, em tom de brincadeira. Ficava, na verdade, felicíssima por
Ness ter aceite tão bem Renée.

- Oh, obrigada, mãe. Vou já falar com o Phil. – exclamou,
abraçando-me.

- Estavas muito tensa... – comentou Edward, aproximando-se sem me
abraçar. – Passava-se alguma coisa há pouco?

- Não. – declarei, à espera que me abraçasse.

Esperei algum tempo e, como via que não tinha resposta, tomei a iniciativa,
abraçando-o, primeiro com cuidado, à espera da rejeição, e depois
mais fortemente, quando ele o retribuiu.

- Que se passa? Fiz alguma coisa mal? – murmurei, tensa.

- Hum, não. Estavas estranha, só isso. Pensei que estivesses
aborrecida comigo. – rematou, cauteloso.

- E porque estaria aborrecida contigo? – perguntei, com a cabeça a
andar à roda. Não percebi mesmo nada do que se estava a passar.

- Porque ultimamente tenho apoiado a Nessie em todas as suas ideias,
deixando-te para trás. Apenas quero voltar a ganhar a sua confiança.

- Não estou zangada contigo. – respondi, mais aliviada. – No
entanto, acho que não deves ganhar a sua confiança dessa maneira.
Poderia apostar que, se ela descobrisse, ficaria bem pior.

- Talvez deva agir de outra maneira. Vou pensar. Mas agora, vem cá. –
puxou-me para si, com alguma violência. Nem havia reparado que me
afastara dele, enquanto lhe falava. Beijei-o com força. Um lembrete
pulsava na minha cabeça.

Depois do casamento acabar, quando voltássemos para Pleasant Harbor,
Carlisle e os outros partiriam para a Amazónia e outros países com
raízes indígenas, a fim de descobrir mais dados sobre a espécie de
Renesmee, e Edward ainda não decidira se ficaria no país ou se iria
com eles.

Engoli em seco. Ainda tínhamos de conversar àquele respeito.

 

O copo-de-água depressa terminou, tal como eu receava. Esme convidou
Renée para uma visita à nossa casa, em Seattle, e a minha mãe
aceitou com agrado, trazendo Phil e Heather. Nessie pulava
alegremente à volta dos avós maternos e da tia, Heather, de que
tanto gostava.

- Mãe? – chamou Renesmee. Pareceu ser assaltada por uma dúvida.
Olhou rapidamente para trás e descontraiu-se, ainda meio em alerta.

- O que se passa? – perguntei, expectante.

- Hum, nada. Acho eu... – murmurou ela, voltando o rosto assustado
para a janela do carro, para que não lhe detectasse nenhum rasto de
preocupação.

- Chegámos, Renée! Seja bem-vinda! – exclamou Carlisle, abrindo a
majestosa porta de casa com um grande sorriso, e puxando Esme para
si, beijando-a na cabeça.

- Oh, é linda, Carlisle, sem dúvida! – respondeu a minha mãe,
contemplando com um ar maravilhado a nossa ampla sala de estar. –
Simplesmente maravilhosa! Como a arranjaram?

- Bem, o Jasper tem uns contactos... – rematou Esme, abraçando Jazz.

- Oh, Jasper, e não tens nenhuma referência a casas destas para o
lado da California? É do que precisamos, certo Phil? – perguntou
Renée, dirigindo-se a Jasper, que a mirou, sustendo a respiração.
Retraí-me, e todos os outros Cullen me imitaram.

- Hum, penso que sim, minha senhora. – respondeu Jazz, muito cortês
e bem-educado. – Se assim o desejar, posso dar alguns contactos a
Phil.

- Seria fantástico! E com o novo emprego do Phil, poderíamos pagá-la
de uma vez. É claro que não quero nada de muito grandioso... –
começara a discursar, a minha mãe. Já tinha mais um dos seus
planos malucos na cabeça, e agora era impossível demovê-la daquela
ideia.

- Avó? – chamou Nessie. – Vens ver o meu quarto?

- Oh, claro, minha querida. Vamos lá. – disse, lançando um último
olhar à nossa família, e subindo as escadas, apressada,
contemplando tudo à sua volta.

- Temos de partir. – afirmou Carlisle com firmeza, assim que Nessie e
Renée alcançaram o segundo lance de escadas. – Vens connosco,
Edward?

Edward retraiu-se, puxando-me mais para si. Tinha de impedir que ele fosse.
Lancei-lhe um olhar triste e vazio, que transmitia exactamente o que
sentiria se ele se fosse, apenas por um minuto. Ele fitou-me,
pausadamente, respirou fundo e falou:

- Carlisle, peço-te que descubras tudo o que conseguires sobre essa
maldita mancha. Eu não vou. Não quero deixar a Bella e a Ness
sozinhas. – declarou, para minha alegria. Alice, Esme e Rose
lançaram-lhe olhares admoestadores. – Não que elas não estejam
em segurança convosco, – retorquiu, olhando-as com carinho – mas
sabem que ficaria mais descansado se aqui permanecesse.

- Gostámos do discurso, maninho. – disse Emmett, no seu habitual tom
gozão. – Agora, vamos. – lançou-lhe um olhar de leve desprezo
brincalhão, que decidi ignorar. Não me apetecia arranjar problemas,
ou partir alguma coisa.

- Hum, esperem. – interrompeu Alice, de sobrolho franzido. – Se
saírem agora, Renée vai desconfiar. Não pareceremos uma família
unida, com alguns dos membros a fazerem viagens de vários dias ao
estrangeiro. – parecia bastante convencida de que a sua ideia era
plausível.

- Sim, tens razão, querida Alice. – rematou Carlisle. Emmett lançou
um esgar de gozo e Rosalie bateu-lhe ao de leve no ombro. – Talvez
devêssemos retirar-nos apenas depois de Renée, Phil e Heather terem
abandonado a cidade.

- Nessie, tenta despachar a Renée. – sibilei, certa de que a minha
filha me ouviria.

- Certo. – um murmúrio vindo de muito longe assomou ao meu cérebro.

- Carlisle, Jazz, Em, já têm as coisas preparadas? – perguntou
Esme, com um travo de amargura no rosto. Era notório que não
gostava de abandonar o marido e os filhos em expedições como estas.
Uma ideia asaltou o meu espírito.

Via que Esme estava infeliz, e que Alice não estava nos seus melhores
dias, e podia adivinhar que estavam tristes por se separarem dos
companheiros.

- Alice, Esme, chegam aqui por um momento? – pedi, dirigindo-me ao
jardim mais afastado da casa.

- Claro. – disseram em uníssono, seguindo-me com expressões
confusas nos rostos angelicais.

- Ouçam-me, sei que estão com vontade de os acompanhar à Amazónia.
– tinha a certeza de que elas sabiam perfeitamente do que eu estava
a falar, por isso continuei. – Vão com eles. Divirtam-se. Nós
sabemos cuidar uns dos outros. – virei-me para Esme, cujas feições
eram de pura preocupação.

- Oh, Bella, a sério que não se importavam? – perguntou Alice,
radiante, preparando-se para ir contar a Jasper.

- Claro. – respondi simplesmente, sorrindo. – Vá lá, Esme. Vá
também.

- Bella, não te importas? Custa-me deixar o Carlisle. Aposto que sabes
o que isso é. – acenei. Era por isso mesmo que lhes fazia aquela
proposta.

- Talvez a Rose queira ir também convosco. – disse eu, pensando no
paraíso que seria se fôssemos apenas nós os três a viver naquela
mansão.

- Hum, não. Se não te importares, Emmett, preferia ficar aqui. Tenho
umas ideias quanto a um emprego... – pediu Rosalie, falando um
pouco mais alto, para que Emmett ouvisse, mas não deixando de
sussurrar.

- Claro, princesa. Tudo o que quiseres. – respondeu ele, gentilmente,
abraçando-a. Ela lançou-lhe um olhar lindo, de agradecimento.

 

Passados
alguns minutos, talvez meia hora, em que ouvimos Rosalie a tocar
piano e a cantarolar, Renée e Nessie desceram.

- Bella, Esme, adorei a vossa casa e foi muito gentil da vossa parte
mostrarem-me a vossa habitação. Mas eu e o Phil temos de nos
retirar. Amanhã a Heather tem a festa de aniversário de um
amiguinho, o Trevor, e não quero ter de a arranjar à pressa. Gostei
muito de conviver com todos vocês. – Renée falava muito
formalmente, olhando de esguelha para mim. Sorri-lhe, encorajando-a.
Podia ver como era difícil dirigir a palavra aos membros mais
intimidadores dos Cullen, como Emmett ou Jasper, ou até Rosalie, que
a olhava com um olhar intenso, abraçada a Em.

- Vamos , Phil. Traz a Heathy. – pediu, dirigindo-se à porta. Edward
tremeu. Parecia debater-se com algo.

- Hum, Renée? Phil? Acham que posso... posso pegar-lhe ao colo, uma
última vez? – Alice e Rose soltaram um gemido de exclamação.

- Mas é claro, meu querido Edward. – disse ela, admirada. Entregou a
bebé ao meu marido, que a acariciou com carinho.

- Tio! – exclamou a pequena, tocando-lhe na face gelada. – Vem com
a Heather!

- Queria muito, minha querida. Mas receio não poder. Ver-te-ei em
breve. – disse pausadamente. Beijou-a com ternura na cabeça e
depositou-a novamente nos braços da minha mãe. Esme soluçou.
Estava emocionada.

- Adeus, mãe. Adeus, Phil. – despedi-me apressadamente. Jazz e
Emmett estavam a ficar impacientes.

- Adeus, querida. Voltarei em breve, para vir buscar a Nessie para
Jacksonville! – exclamou, acenando enquanto entrava no carro.

- Adeus, Renée! – disse a família Cullen, em coro. Depois, todos
sorrimos.

 

- Bem, então adeus. Resta-me desejar-vos uma boa estadia no Sul. –
disse eu, apertando o pescoço de Edward com mais força.

Esme puxou-me para si, para me abraçar, e Alice fez o mesmo.

- Vá lá, não é assim tanto tempo. Uma semana! O que é isso, para
alguém que tem a eternidade à sua espera? – perguntei, em tom
desafiador.

- É muito tempo, se for a tua irmã e melhor amiga que deixarás de ver. –
disse ela, emocionando-me.

- Vão lá, o avião está a descolar. – cuidou Edward, beijando-as
na cabeça e acenando aos outros.

- Amo-te, querida. – disse Esme, correndo para a porta de embarque.

Ficámos a vê-los a voar, com um ar sonhador, até o telemóvel tocar.

- Nessie? Que se passa? – perguntei, aflita.

- Nada, só telefonei porque já estão fora à duas
horas! – disse ela, a rir. Com a minha audição apurada, consegui
detectar a gargalhada gutural de Jacob mais longe do telefone.

- Já estamos a ir, filha. São só uns minutos. – disse. E
retirámo-nos discretamente do aeroporto, escondendo-nos atrás de
umas árvores.

Dirigimo-nos a alta velocidade ao centro de Seattle, onde deixáramos Rose há
algum tempo atrás, para que esta procurasse um emprego e visse
algumas roupas para Renesmee, que passara a usar o meu tamanho, e
Alice fazia questão de cada um usar o seu
vestuário.

- Estava a ver que nunca mais chegavam. Estou aqui à vossa espera à
cerca de uma hora. – disse ela friamente, começando a correr.

- Porque não foste andando? – perguntou Edward com a sua voz de
veludo, mas Rosalie limitou-se a lançar-lhe um olhar furioso.
Encolhi os ombros.

Chegámos a casa num piscar de olhos, como era habitual, e logo avistei a minha
filha, agarrada a Jacob, acenando entusiasticamente na nossa
direcção. À medida que nos aproximávamos, o seu semblante feliz
foi escurecendo. Parecia estar a concentrar-se em algo. Quando
cheguei ao seu lado, o seu rosto era resumido a um sorriso triste.

- Renesmee, o que tens? – perguntei, beijando-a na bochecha. Pegou-me
na mão com cuidado, e logo uma imagem apareceu na minha cabeça.
Carlisle e os outros apanhavam o avião, tristes, e acenavam, e eu
choramingava, agarrada a Edward.

- Sou uma fútil. Esta mancha é inofensiva. Se não fosse eu, vocês
não teriam de se separar. – rompeu ela, infeliz.

- Mas, se não fosses tu, esta família não seria tão feliz. –
retorqui, com um sorriso. Empurrei Jake para o lado e abracei a minha
filha, que agora chorava ruidosamente. Jacob parecia deveras
preocupado. Fazia-me lembrar Edward, na noite em que o meu melhor
amigo se despedira de mim, e eu passara todo o serão a chorar.

Edward abraçou-nos às duas, suspirando.

- Eles gostam de ti, filha. Tenta perceber isso. – disse ele,
beijando-a na testa.

- Acho que sempre o soube, pai.

 

 

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