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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

02
Jul11

Fanfic - Capitulo 29 - "Renesmee Cullen"

Joana
29º Capítulo
 
 

Nunca me dei muito ao trabalho de pensar no perfeito da minha situação. Pensava sempre no maravilhoso, algo até para lá disso, mas nada a que pudesse chamar de perfeito ou algo do género, andava longe e distante de pensar isso. Perfeito tinha sido a noite que ele me proporcionara e eu a ele de certa forma, a noite onde mais uma vez nos fundimos num só, umas das noites mais perfeitas da minha vida alias como eram sempre todas as noites passadas com ele.

            Tinha sido tudo preparado até ao mais ínfimo pormenor, e eu prestara atenção a todos eles, sem excepções. Não tinha sido uma noite perfeita apenas pelo facto de termos feito o nosso amor crescer ainda mais, ou até mesmo pelo facto de ter dormido a seu lado. Fora perfeita devido ao carinho com que ele tinha preparado tudo, tinha sido maravilhosa devido ao amor que ele me tinha dado e eu havia retribuído, tinha sido perfeita pela surpresa preparada por todos os que amo.

            Ao final de muitas complicações entre nós, tínhamos tido finalmente descanso, esse que merecia ser prolongado, mas ambos sabíamos que não seria bem assim. Não éramos normais, não no mau sentido, éramos diferentes das outras pessoas, e os nossos problemas eram um bocadinho mais complicados do que os dos humanos normais.

            - Estás a pensar no quê? – Perguntou Jake ao perceber que estava distraída.

            - Em nós… - confessei encostando a cabeça ao seu ombro.

            - Em nós? Devo saber o porquê?

            - Não sei, se quiseres saber… - respondi com um sorriso matreiro.

            Ele aproximou o seu rosto gentilmente, conseguia sentir a sua respiração embater na minha face divertida, e acentuar-se na ponta dos meus lábios.

            - Jake… Não podes fazer isso sabes que não resisto…

            - A ideia é mesmo essa de não resistires, Nessie…

            - Ah sim?

            - Hum-hum – Ele continuou a aproximar-se e num riso de criança levantei-me depressa das escadas de modo a deixa-lo algo irritado por não ter conseguido beijar-me.

            - Hum… Acho que não estás à minha altura Jacob. Estás a desiludir-me… - disse provocando-o.

            - Não me desafies, Nessie.

            - Devo sentir-me ameaçada ou assim?

            - Para teu bem – e respirou fundo – Sim!

            Num movimento rápido e fácil os seus braços envolveram todo o meu corpo, e senti-me completamente presa junta a ele. Via de relance muitos dos olhares que nos eram lançados. Distinguiam-se perfeitamente aqueles que achavam o nosso momento maravilhoso e comovente, algo que dava gosto de ver, e aqueles que não achavam assim tanta piada por puros ciúmes e inveja.

            Ele encostou-me na parede atrás de mim, era estranho estar a fazer aquilo ali, mas via-se com cada coisa, que não levariam a mal, além dos mais não estávamos a incomodar ninguém. Os seus lábios colaram-se aos meus num impulso, Jacob apanhou-me desprevenida e tive de afastar o seu rosto do meu para conseguir recuperar o fôlego.

            - Acho que afinal… És tu que não me consegues acompanhar… Nessie – disse ofegante.

            - Errado outra vez – e ri-me.

            - Tens a certeza que queres ficar aqui?

            - Alguma proposta? – Perguntei curiosa.

            - O meu pai não está em casa.

            - Continua… - disse colocando os meus braços a volta do seu pescoço grosso.

            - Temos a casa só para nós…

            - E que mais?

            - Pudemos aproveitar o nosso tempo de outra forma…

            - É tentador – disse mordendo o lóbulo da sua orelha, o que fez com que ele se arrepiasse.

            - Também acho.

            - Mas vamos ter de deixar a tua proposta para outro dia, não quero arranjar confusões com os meus pais. – Disse tocando com o meu nariz no seu.

            - Ah tinha-me esquecido desse pormenor. Hoje dormes lá em casa, que me dizes?

            - Digo que me parece excelente.

            Ele voltou a juntar os seus lábios aos meus, desta vez num beijo suave e cuidado, mas um beijo que me fazia querer mais. Mais dele e de nós.

            - Eu amo-te sabias? – Disse ele.

            - Sim… E eu amo-te a ti, sempre, nunca duvides disso. – E abracei-o fortemente, abraço esse que ele retribuiu. – Pergunto-me durante quanto tempo este clima de paz vai durar…

            - Com a sorte que temos, mais vale prepararmo-nos para tudo… - e ri-me.

            -Sim também acho. – Ele beijou a minha testa suavemente e agarrou a minha mão encaminhando-nos para a aula.

            As aulas que tinha com o Jake, eram o cumulo da brincadeira. Eu tentava estar atenta ás palavras que pela boca do professor saiam, mas chegava a um ponto que me era totalmente dificil.

***

 

            As aulas passaram rápido e durante o caminho para casa Jake estava em silêncio e muito pensativo. Os seus olhos pairavam sobre a estrada, cautelosos mas simultaneamente alestes.Cansada daquele silêncio – não constrangedor – resolvi falar.

            -Jake! - chamei cautelosamente.Mas em vez de um “Sim” firme vindo do lado dele, apenas veio o barulho do motor do carro.

            -Jake! - voltei a chamar, mas desta vez com muita mais intensidade.

            -Ah, sim! - respondeu meio aluado – Desculpa, amor, estava destraído.

            -Não deu para notar. - ironizei, fazendo Jake formar um sorriso inocente.- Mas estavas distraído com o que?

            -Estava a pensar se... - hesitou- Esquece!

            -Estavas a pensar... - encorajei-o.

            -Pronto, estava a pensar se tu ainda tens o anel que te dei, naquela noite na clareira? - perguntou, atropelando cada palavra que saia da sua boca.

            -Claro que o tenho! Não o uso desde aquele dia lastimável, que nem é bom recordar. - suspirei – Retirei-o porque me fazia lembrar ainda mais de ti.Era como se ele naqueles dias pesasse uma tonelada.

            -Entendo – concordou – É a pior coisa que me pode acontecer. Ficar longe de ti.Doi imenso, é como se te cravassem uma espada pontiaguda directamente no coração. - suspirou pesadamente             – É como se os sistemas da Terra desaparecessem e nada fizesse sentido.Apenas sei que é uma dor e uma angustia que não desejo a ninguém, nem ao meu pior inimigo.

            Ao fim do Jake ter feito uma especie de desabafo, o silêncio voltou a pairar no interior do carro. Por impulso, coloquei a minha mão sobre a perna de Jake, fazendo com que a sua respiração falhasse. Sorri ao notar os efeitos que um simples toque pode provocar no homem ao meu lado.

            Ao longe, já podia notar os traços da enorme casa dos meus avós.O lugar onde tem os meus momentos mais marcantes. E um bem recente, a minha festa de anos e a maravilhosa noite que havia passado com ele. Ao relembrar a festa, surgiu-me uma ideia.

            -Jake – voltei a chamar .

            -Sim, princesa.

            -Será que o senhor teria o prazer de me acompanhar numa saida esta noite? Visto que hoje

é sexta e que vou dormir na sua casa. - perguntei, num tom de brincadeira.

            -Não sei , madame. Terei que ver na minha agenda – visto que sou um homem muito ocupado. - respondeu, ao abrir a porta do carro que já se encontrava estacionado na garagem.

            Já de pé, aproximei-me dele e sussurrei:

            -E que ocupações são essas? - questionei entrando no jogo dele.

            -Vejamos. A mais importante é passar o tempo todo a beijar uma certa rapariga. - gargalhou – A segunda é fazê-la feliz e por último é amá-la mais do que eu já a amo. - disse já fixo nos meus olhos.

            -Posso ver que o senhor está muito ocupado – disse, sustendo o riso – Então fica para outra altura. - declarei afastando-me dele.

            Quando comecei a caminhar para a porta que vai ter direção ao interior da casa, senti uma mão sobre o meu braço, puxando-me para junto do seu corpo.

            -Mas posso abrir uma excepção para a madame. Diga-me apenas o lugar e a hora.

Sem me conter, envolvi os meus braços em volta do seu pescoço, encostando os nossos lábios.

            -Encontra-me aqui ás 21 horas em ponto. Depois dir-te-ei o lugar para onde iremos.

            Sem mais demoras, dei-lhe um beijo de retirar o fôlego e caminhei até à porta. Os meus pensamentos vagueavam pelo lugar em que sonhava á muito levar Jake.Nunca tivera a oportunidade de dançar para ele, de demonstrar realmente quem é a Renesmee Carlie Cullen e o seu lado mais sensual.

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