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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

16
Jul11

Fanfic - Capitulo 31 - "Renesmee Cullen"

Joana
31º Capítulo
 
 

Acordei lentamente com os seus braços em volta da minha cintura.O ar quente que saia da sua boca, embatia ao de leve no meu pescoço nu.

Movimentei as pálpebras com alguma dificuldade, devido aos raios solares que insistiam perfurar as nuvens que de longe a longe apareciam. O calor que se fazia debaixo do lençol, que nos cobria, era confortável o suficiente para me fazer adormecer novamente.

 

-Bom dia, dorminhoca. - ouvi sussurrar junto ao meu ouvido.

-Bom dia. - respondi, ainda envolvida pelo sono.

-Dormiste bem? - perguntou,dando um beijo sob a clavícula nua.

Rodei sobre o meu próprio corpo ficando de olhos postos sobre os seus lábios. Não consegui resistir. Beijei-o com toda a força que me fora fornecida naquele momento.

-Melhor impossivel. - respondi ofegante.

-Estou a ver que sim- gargalhou, encostando-se mais a mim.

-O que pensa o menino fazer hoje? - perguntei, enquanto passeava os meus dedos pelo seu abdómen nú.

-Estava a pensar levar-te à praia e no fim do almoço levar-te para casa. - respondeu.

-Então vamos tomar o pequeno almoço, e passamos a manhã toda lá, pode ser? - perguntei, dando-lhe um beijo de raspão.

-Sim senhora ,minha generala!

Levantei-me rapidamente procurando logo de seguida a roupa que se encontrava espalhada por todo o quarto.

Tomamos o pequeno almoço entre sorrisos e provocações.Quando o sol venceu as nuvens na sua totalidade, saimos de casa em direcção á praia. Ao longe já podia sentir a brisa gelada daquela manhã de sábado, já ouvia o forte barulho que as ondas faziam ao embater contra os paredões de La Push.Aproximamo-nos da água e podia sentir o quanto ela estava gelada.

Durante toda a manhã corremos, brincamos e sobretudo namoramos.Cheguei a casa de Jake, completamente encharcada – ele havia-se vingado da minha pequena partida- cavalheiro que é, emprestou-me umas calças de fato-de-treino e uma t-shirt, que podemos dizer que cabiam duas de mim lá dentro.

-Fica-te bem essa roupa. - elogiou.

-Sim, tenho a total certeza. - ironizei- Pareço um saco de batatas.

-Não pareces nada – escondeu o riso – Pronto, só um bocadinho.

-Obrigada senhor Jake, pela parte que me toca.

Antes de me virar para seguir para a cozinha, Jake puxou-me pelo braço encostando os nossos lábios em mais um dos muitos beijos que hoje demos.

-Agora sim podes ir, meu saquinho de batatas – gargalhou.

-Muito engraçado.

Acabamos por almoçar em casa dos meus avós, que nos receberam – como sempre- com uma imensa ternura. Finalmente, naquele dia “reencontrei” os meus pais, reparei que estavam alegres, alegres de mais para o meu bom gosto.

-Vocês os dois, já nem se importam com a própria filha. - fiz teatro.

-Claro que nos importamos – argumentou a minha mãe- apenas te demos mais liberdade. Confiamos em ti.

-Tenho saudades. - admiti – Tenho esse direito.

Num curto espaço de tempo, senti dois pares de braços a envolverem-me totalmente.Beijos em toda a face, juntamente com leves sussurros de “Adoramos-te!”; “És a nossa princesa!”. Por uns momentos senti-me muito bem ali, como nunca me havia sentido. Sentia falta, muita falta dos carinhos que os meus pais antes faziam questão de me dar.

 

Segunda-feira, nunca gostei tanto de dizer esta palavra.Para muitos era sinal de tédio e stress mas para mim significava mais um dia a viver uma experiência humana, mais um dia em que estarei com os meus colegas humanos.

No meu grupo de colegas, apenas uma posso chamar de “amiga”, a Hillary. Esta rapariga é algo superior ao maravilhoso. Sempre bem disposta, uma auto-estima fantástica – porque não teria? Ela é linda de morrer – e sobretudo compreensível , para com os problemas dos outros.

Saí do carro acompanhada por Jake – como todas as manhãs -de mãos dadas, atravessávamos o parque de estacionamento e entramos no perímetro escolar.Quando entramos no bar avistamos logo a nossa mesa, que já estava preenchida pelo pessoal do nosso grupo.

-Bom dia. - dissemos os dois, enquanto nos sentavamos nas unicas cadeiras vazias.

-Bom dia, pombinhos – cumprimentou Hillary, com o seu enorme e habitual sorriso.

-Como correu o vosso fim-de-semana? - perguntei.

-Nada de especial - responderam.

-Mas pelo sorriso, estou a ver que o vosso fim-de-semana prometeu - atacou Damon.

-Podemos dizer que não prometeu – respondeu Jake – Fez-se cumprir!

Enquanto todos assobiavam, eu tratava de esconder a minha cara no ombro de Jake.

Durante o resto do tempo, apenas pairavam no ar conversas sobre as mais variadas coisas, que um adolescente pode falar. Saídas, discutecas, bebidas e de rapazes e raparigas.Haviam alturas que ninguém se entendia. Uns falavam de ratos e outros a responder de gatos.

-Gente. - gritou Hillary – Sabem qual é a mais recente e nova noticia de toda a escola?

-Não- respondemos em coro. Fazendo-nos rir mais um pouco.

-Vai entrar um novo aluno.

Ao fim da noticia a barafunda voltou a levantar-se. As questões eram imensas mas ninguém se dignava a esperar e perguntar um de cada vez.

-Hey pessoal – gritei, fazendo todos olharem para mim. - Seria mais fácil se falássemos um de cada vez.

-Hillary, como se chama? - perguntei.

-Acho que é...- disse pausadamente – Darwin Franris. É isso, Darwin Franris.

-Que nome estranho – comentou Sarah.

-Isso talvez tenha a ver com as origens dele – declarou Danny.

-Tens razão, pelo que sei ele é de uma tribo nórdica,mais precisamente do norte da Alemanha. -respondeu Hillary.

-Por acaso sabes o nome dessa tribo? - falou Jake, pela primeira vez.Notei, que ele havia ficado um pouco tenso. Talvez porque não seja normal, rapazes indigenas andarem por outras tribos, como La Push.

-Isso eu não sei Jake – disse Hillary.

Ouvimos ao longe o toque da campainha soar.Levantamo-nos e cada um seguiu para as suas respectivas aulas. Esta aula – que por acaso é de desenho- iria aproveitar para questionar o Jake, o porquê da sua repentina curiosidade sobre o aluno novo.

Entramos na sala e sentamo-nos no lugar habitual. Estranhei o silêncio vindo do Jake, normalmente ele vem sempre a tagarelar.

-Jake – chamei demasidado baixo.

-Diz. - respondeu.

-O que se passa? Estás muito calado. - comecei – Tem a ver com o novo aluno?

Ele voltou o seu olhar para o papel branco, continuando a desenhar como se a minha questão fosse ignorada.Fiquei um pouco chateada com a sua reação, mas o melhor que fiz foi ignorar também.

Já no fim da aula, Jake segurou a minha mão e olhou-me nos olhos.

-Nessie, desculpa – declarou – Não queria ignorar a tua pergunta, mas só o nome do rapaz não me traz confiança.

-Porque Jake? O que é que um nome tem a ver com a pessoa em si? - perguntei.

-Tudo anjo – respondeu – E esse pode ser o problema.

 

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