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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

01
Ago11

Fanfic - Capitulo 16 - 3ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
Reconciliamento

 

 

Olhei para Edward, que continuava a analisar os livros em cima da secretária.

 - O que sentiste realmente quando...desmaiaste? – perguntou ele, distraído.

Dissolvi o escudo mental e pensei novamente no que me tinha acontecido.

 - É mesmo muito estranho. Tu és tão diferente, Bella, por isso gosto tanto de ti. – disse ele, depois de pensar e auscultar muito bem os meus pensamentos.

“Também te amo muito”, pensei, olhando-o, sem repôr novamente o escudo.

De repente, os seus lábios moviam-se em sintonia com os meus, num movimento rápido e apaixonado.

Tinha de parar, não me parecia correcto estar a fazer aquilo no escritório de Carlisle, por quem tinha tanto respeito.

Coloquei as minhas mãos no seu peito, que se movia de modo ofegante.

 - Pára, Edward. – repliquei, para o seu ouvido.

 - Porquê? – perguntou ele, incrédulo, e continuando a beijar-me na face e no pescoço. – O problema da Rosalie já acabou e agora és toda minha o tempo que eu quiser, lembras-te?

 - Sim, eu sei, e também estou mais do que ansiosa para isso, tenho a certeza que não me vais desiludir, mas aqui não. Não é correcto. Por favor. No escritório do Carlisle? Tem juízo, Edward. – sentenciei.

 - Se é isso que queres... – virou a cabeça para o outro lado, tentando parecer magoado.

De repente, pegou-me e voámos pela ampla janela até ao jardim.

Ouvi um risinho abafado de Nessie, que lá se encontrava com Jacob e sorri-lhes. Edward piscou-lhes o olho e beijou-me, daquela forma que devia ser expressamente proibida, porque me alheava em absoluto do mundo à minha volta.

Depois correu pelo bosque e voámos até à modesta casinha na floresta que nos esperava, muito acolhedora.

Beijou-me e abraçou-me durante várias horas, nem demos conta do tempo a passar.

Quando saímos da casinha, de mãos dadas, muito satisfeitos, com aquela corrente eléctrica agradável a perpassar-nos os corpos, já era noite cerrada.

 - Suponho que a Ness e as pequenas estejam a dormir... – disse Edward, tentando fazer conversa. Alinhei. Daria tudo para poder ter uma distracção, quando toda a minha mente se focava em Edward, Edward, e mais Edward.

 - Sim, o Sol nascerá daqui a umas duas horas, penso eu. – declarei, em voz sumida.

 - Podíamos ter aproveitado. – resmungou ele, apertando-me mais a mão.

Levei a sua mão aos meus lábios, e beijei cada um dos dedos, aproximando-me mais do seu peito. Ele beijou a minha testa com delicadeza, e ficámos assim abraçados durante bastante tempo.

Chegámos à mansão dos Cullen em menos de dois minutos, e ouvimos a televisão e uma gargalhada contida de Emmett. Sorri para mim mesma. Ainda bem que aqueles dois estavam finalmente felizes.

Quando abrimos a porta da sala, Rosalie encaminhava-se para o andar de cima, enquanto o marido estava deitado no sofá, a olhar impacientemente para as escadas, esperando que Rose voltasse.

 - Olá, Em. – cumprimentei, bem-disposta. Sentei-me na poltrona ao seu lado e apoderei-me do comando da televisão. – Será que podemos ver algo que não seja a Liga Nacional de Baseball?

Mudei de canal, fazendo um zapping rápido de mais de duzentos canais. Encontrei uma comédia engraçada, muito antiga, que já tinha visto, enquanto Bella Swan, enquanto humana.

 - Sejam bem-aparecidos! – exclamou Emmett, com uma gargalhada gutural. – Por onde andaram metidos, posso saber? – perguntou, curioso.

 - Não, não podes. – resmunguei, dando-lhe um soco no ombro.

Edward sorriu, divertido. Sentou-se e pegou-me ao colo, brincando com uma madeixa do meu cabelo.

 - Oh, vá lá, linda Bella, conta-me. – pedinchou ele, na brincadeira.

 - Cala-te, Emmett! – exclamei, com enfado. – Tão curioso!

Agora Edward ria-se a bandeiras despregadas, com os olhos cor de caramelo a reluzir, brilhantes.

 - Ah, já me esquecia, Bella, o Jacob pediu-me para te dizer que hoje ia dormir a casa do Billy. Parece que ele está doente. – informou-me ele, já fora de brincadeiras.

 - Doente? Que se passa? – de repente, perdi toda a vontade de sorrir.

 - Pelo que sei, não é grave, mas pode piorar. – disse ele, com um leve sorriso de compaixão.

 - Já chamaram o Carlisle? – perguntei, inquieta.

 - O Carlisle já está na reserva com o lobo. – terminou Em, virando-se para a televisão.

Tentei acalmar-me, mas foi um esforço em vão. Levantei-me e comecei a andar às voltas pela sala.

 - Oh, vá lá, Bella, estou a ficar tonto! – murmurou Edward, abraçando-me.

 - Edward, tenho de ir lá. – disse eu, num tom de voz incisivo e algo rude.

 - Vamos. – respondeu ele, dando-me a mão. Soltei-a.

 - Vou sozinha, Edward. Eles precisam de mim, sinto que precisam. Fica aqui, a cuidar da Nessie e de ti. Volto ao amanhecer. Se precisar de alguma coisa, enviarei o Seth para vir pedir-te ajuda. – informei, apressada.

Dei-lhe um beijo prolongado, que prometia mil coisas. Quem me dera ficar ali com ele, a sentir os seus lábios gelados a moverem-se em sincronia com os meus.

 - Volta depressa. – sibilou ele, dando-me um beijo rápido na cabeça.

Não quis olhá-lo nos olhos, porque sabia que sempre que nos separávamos, por pouco tempo que fosse, uma máscara de dor e saudade lhe ocultava as feições perfeitas.

Larguei a sua mão, contrafeita.

Comecei a correr, muito veloz, até à reserva de La Push, onde Jake e o seu pai me esperavam, tinha a certeza. Ouvi um uivo de um lobo, era quase de certeza Embry, que possuía o uivo mais agudo das duas alcateias. Até mais agudo que o de Leah.

Mas o certo era que aquele uivo me fazia lembrar dias felizes de um tempo passado, com o meu melhor amigo. Agora que pensava bem nisso, já não ia à reserva há vários meses, talvez dois ou mais. Deviam sentir a minha falta.

As fronteiras quanto a território de vampiros e lobisomens tinham sido levantadas quando as duas espécies tinham enfrentado os Volturi da última vez. Felizmente, Sam e Carlisle tinham percebido que as suas divergências eram infundadas, e tinham fortalecido as tréguas, retirando os traços da fronteira, em especial para mim, Edward e Renesmee, porque estávamos mais ligados aos lobos do que o resto da família.

Parei em frente à casa de Billy. Parecia-me suja, o tratamento das plantas em volta da casa estava descurado, e a habitação encontrava-se rodeada de covas feitas por toupeiras e raposas. Billy vivia sozinho, cada um dos seus três filhos seguira a sua vida, e apenas tinha visitas quando Charlie, Sue ou algum dos lobos lá aparecia, muito esporadicamente.

 - Pobre Billy... – suspirei. Talvez o pai de Jake já não tivesse gosto em viver, e estivesse doente do espírito, enfraquecido, desmotivado. A família era deveras importante para ele.

Bati ao de leve à porta, e Jacob foi abrir. Assim que me viu, deu-me um abraço de urso. Ambos sustivemos a respiração, para não termos de respirar o mau cheiro que sentíamos vindo um do outro. Sorri, encorajadora.

 - Jake, vim assim que pude. O que há? – perguntei.

 - O meu pai está muito fraco. Não sei o que se passa. O Carlisle fez-lhe um exame ao coração e aos pulmões, e acabou mesmo agora de confirmar os resultados. Mas ainda não mos transmitiu. Vem, vamos ouvir o veredicto. – declarou, num fio de voz.

Dei-lhe a mão, enternecida. Cumprimentei Carlisle, que analisava umas fichas médicas.

 - Bem, Jacob, lamento informar-te, mas o teu pai está muito doente. – de repente, a pressão que a mão de Jake fazia na minha afrouxou muito, e este deixou-se cair numa cadeira, desanimado.

 - Que tem ele? – perguntei, rezando fervorosamente para que não fosse na realidade algo assim tão grave.

 - O Billy desenvolveu uma meningite grave, que lhe atacou recentemente o pulmão direito, de uma forma muito superficial, facilmente tratável. Por outro lado, atacou-lhe o cérebro, de um modo não tão superficial. Mas também é tratável, com um pouco de sorte e competência. – Carlisle tentava dizer a Jake que o seu pai tinha poucas hipóteses de sobreviver, de um modo positivo. Foi a palavra sorte que realmente revelou a verdade. Se Billy Black precisava de sorte para melhorar, era porque não estava assim tão saudável, o seu estado devia ser bastante grave.

Abracei-me a Jake, que chorava baixinho.

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