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Saga Crepusculo Portugal

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Saga Crepusculo Portugal

07
Ago11

Fanfic - Capitulo 17 - 2ª Parte - "Nevoeiro"

Joana
Fim de Percurso

 

 

 

 - Renesmee! – exclamei, surpreendida. Ela não podia saber do que estava a acontecer a Billy Black. Ficaria destroçada.

 - Olá, mãe... – Disse ela num tom desconfiado. – Passa-se alguma coisa que eu deva saber?...

 - Não, claro que não, querida, estou só surpreendida por te encontrares aqui, não detectei o teu cheiro e achei que deverias estar em casa...

 - Oh, vim ter com o Jake há menos de cinco minutos. E tu, que fazes aqui? – perguntou ela, com curiosidade.

Reparei no ar abatido do meu melhor amigo antes de responder, e vi que Nessie também havia reparado, pois entre as suas sobrancelhas perfeitas formara-se uma ruga de preocupação e concentração. Ela analisava todas as minhas respostas e acções, para ver se conseguia descobrir o que se passava.

 - Preciso de falar com o Jacob. – respondi finalmente. Ela até deu um salto de surpresa.

 - Sim, claro. Mas não te demores, mãe.

 - Não te esqueças que eu o conheci primeiro do que tu, Renesmee Carlie. – ralhei, com um sorriso condescendente.

 - Não te esqueças que ele é o meu namorado, Bella Cullen. – ela piscou-me o olho, e retirou-se a correr, para bem longe. Eu sabia que ela não ouviria nada, porque era sincera e justa, e nunca gostara de coscuvilhar a vida dos outros.

Assim que a minha filha desapareceu, Jacob puxou-me para um abraço apertadíssimo, suspirando tristemente.

 - Jake, por favor, não fiques assim. Fá-lo por mim, pela Renesmee, e pelo teu pai. – murmurei, encostando-me ao seu ombro.

 - Já telefonei às minhas irmãs. A Rachel estava com o Paul em Inglaterra, mas já vêm todos a caminho. Preparei-as para o pior. – ele ignorou-me e fechou os olhos com força. – Só gostava de acordar agora, e descobrir que tudo isto fora um horrível pesadelo.

Parecia uma criança a choramingar.

 - Jacob. – chamei. – Luta. Tu lutaste por mim, quando eu era humana, lutaste para que ficasse contigo. Luta também pelo teu pai, para que ele fique contigo.

 - E se não resultar? Vou sofrer o mesmo que sofri contigo, ou ainda mais, sentir que gastei todas as minhas forças em vão, e que continua tudo a seguir o seu curso. É horrível, Bella. Horrível.

Uma grossa lágrima caiu na minha camisa de linho, manchando o colarinho. Nunca tinha visto Jacob Black chorar. E nunca imaginara que me doesse tanto vê-lo naquele estado.

Um barulho numa árvore demonstrou-me que não estávamos sozinhos.

 - Renesmee! – gritei, furiosa. – Disse-te que queria falar com o Jacob a sós! Vai já para o teu quarto!

Um rugido poderoso saiu da garganta de Jake, que se agachou em direcção a mim, descontrolado.

 - Não fales assim com a Renesmee! – vociferou, com os olhos brilhantes de fúria. Recompus-me e percebi o meu erro. Nunca falara naquele tom com a minha filha, mas estava muito nervosa, e apercebi-me de que as minhas mãos tremiam muito.

Abracei Nessie com muita força.

 - Desculpa, minha querida, desculpa. – supliquei, soluçando. Se Edward me visse naquele estado teria um ataque.

 - Está tudo bem, mamã, não te preocupes. Sei que não foi correcta, a minha atitude. – ela estava agora com os olhos marejados de lágrimas finas e delicadas. – Mas simplesmente não pude evitar, a dor do Jacob era tão forte que me lacerou o coração e...tive de vir a correr. Ouvi tudo!

Jacob beijou-a nos lábios com uma intensidade e uma paixão impossíveis de conceber.

 - Não fiques assim, querida Nessie. Tudo se resolverá, tenho a certeza. Eu vou ter força, por ti, pelo meu pai, pela nossa família. E sei que todos os Cullen me apoiarão, também.

 - Como está o Billy? – perguntou ela, com uma vozinha assustada e infantil.

 - Menos mal, filha. Era isto que te vinha dizer, Jake. O teu pai nem sequer estava a tomar a morfina! – exclamei, resoluta.

 - O quê?! Mas o Carlisle garantiu-me que ficasse descansado, que ele trataria de tudo! Aldrabão! – furioso, começou a andar pela floresta, às voltas, tentando acalmar-se.

 - Não, não, nada disso, Carlisle não tem culpa nenhuma! O teu pai não tomava os comprimidos por vontade própria. Ele não quer viver, Jake. – disse eu, no tom mais sentido e perfeito que alguma vez tinha emitido.

Os olhos pretos do meu melhor amigo aumentaram de tamanho, ficando tão brilhantes e chorosos que me apeteceu cantar-lhe uma canção de embalar, como fazia à minha filha para que adormecesse e acalmasse. Depois, chorou. Chorou a sério, abraçado a Nessie. Limpava umas lágrimas, mas logo essas se multiplicavam e apareciam muitas mais. Parecia desesperado.

 - Que fiz eu? Oh, meu Deus, que fiz eu de errado? – ele replicava com os braços, aflito.

Afastei-me um pouco e gritei:

 - Jasper! Emergência!

Em menos de três segundos, Jasper e Alice apareciam ao meu lado.

 - Que se passa, Bella? – perguntou a minha melhor amiga vidente.

 - Jasper, preciso que uses o teu “poder” mental para acalmares Jacob. Por favor.

Ele acenou com a cabeça e concentrou-se.

Passado um curto espaço de tempo, Jacob estava recomposto e pedia mil desculpas a Nessie por se ter descomposto daquela maneira.

 - Muito obrigada. – agradeci aos meus irmãos, mas eles já não estavam lá. Sorri. Sempre misteriosos, aqueles dois.

Prestei atenção à minha filha e ao seu melhor amigo.

 - Acho que…acho que preciso de um tempo sozinha, Jake. – Nessie suspirou, e largou o abraço de urso de Jacob, que ficou a vê-la a afastar-se, fitando as mãos com uma expressão neutra, vazia.

 - Querida, vem cá… - abracei Renesmee, fazendo-lhe carícias no cabelo de bronze. – Não deves ficar assim com o Jacob, afastar-te dele só por o teres visto chorar. Ele precisa de ti, de todos nós, mais do que nunca. Está a contar contigo, tens de o fazer ver que tu vais estar sempre lá para ele, como eu estou sempre lá para o teu pai, ou como a Esme está sempre lá para o Carlisle.

 - Oh, mãe… Tenho tanta pena dele… Tenho de resolver isto, é uma situação horrível. – depois de pensar durante uns segundos, o rosto da minha filha iluminou-se num sorriso esperançoso. -          Tenho de ir falar com o tio Billy!

Não podia deixar que Renesmee visse assim o pai do meu melhor amigo, naquele estado lastimoso, com aquele aspecto envelhecido e deprimido. Seria demasiado doloroso para ela, tinha a certeza. Ela sempre o descrevera como a pessoa mais viva, criativa, lutadora e sorridente que conhecera. Sempre que o visitava, era recebida pelo sorriso mais caloroso, pelo olhar mais brilhante, pelas palavras mais reconfortantes, pelo abraço mais carinhoso. Sempre se sentira em casa, quando molhava os pés na água do mar da First Beach, quando ouvia os uivos dos lobos ao longe a cumprimentá-la, ou quando admirava as expressões da tribo de índios de La Push. Fazia parte dela. Ela própria mo dissera, em sonhos.

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